Papa Francisco, Falso Profeta?

É difícil encontrar quem não goste do Papa Francisco. Ele é bonachão, gente boa, humilde, amigo dos pobres, não gosta de riquezas e opulências, não implica com os homossexuais e nem com os abortistas. Dizem até que ele vai andar de fusca, e como se pode ver na foto acima, gosta de coisas simples. Maravilha, não é mesmo?

E se eu lhe disser que o Papa Francisco veio para destruir a igreja católica e blasfemar contra Cristo, você acreditaria? É verdade, e é como católico que eu lhe digo isso.

Francisco é o representante da maçonaria infiltrada na igreja, que finalmente conseguiu eleger o seu papa. É duro dizer, mas o demônio chegou ao papado. Ele é a besta do Apocalipse 13-11 ”que se veste como um cordeiro (símbolo de Cristo), mas fala como um dragão” (blasfema contra Deus).

Você lembra o que Paulo VI disse? “A fumaça de satanás de infiltrou na igreja”. E agora chegou ao seu vértice.

João Paulo I foi assassinado com apenas trinta dias de pontificado, lembra? Tentaram matar João Paulo II logo no início de seu pontificado com um tiro à queima roupa, lembra? E Bento XVI, coitado, foi tão perseguido que acabou tendo que renunciar, como se fosse um incompetente. Escândalos e mais escândalos estouraram em seu pontificado. Até seus documentos pessoais foram roubados, para poder chantageá-lo.

E agora com Francisco não existem mais escândalos sexuais nem financeiros. A mídia, controlada pela maçonaria o está endeusando, fazendo dele um ídolo, um líder inovador, um mito. Reis, rainhas e governantes têm vindo beijar o seu anel, em reverência a “sua santidade”. Que mudança brusca, não é mesmo?

Mas o que deseja Francisco? É simples: a luta entre Deus e o diabo continua. Como o diabo sabe que nada pode contra Deus, passar um tempinho sentado na cadeira de Pedro já está bom, pois de lá ele pode “abrir a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar o seu nome, o seu tabernáculo e os habitantes do céu” (Apoc. 13-6).

Outra missão de Francisco é facilitar o surgimento do anticristo, pois ele trabalha segundo as ordens deste, pois está sob sua vigilância, como vemos em Apocalipse 13-12. Foi primeiro preciso “ferir o pastor” (Zacarias 13,7), ou seja tirar Bento XVI, para que as ovelhas fossem dispersas (os fies). A partir de agora haverá uma grande confusão e divisão dentro da igreja católica e no mundo todo, e no meio desta confusão surge o anticristo apoiado por Francisco, que aliás já declarou que o microchip (marca da besta) é benéfico para a humanidade, não existindo na Bíblia nada que impeça o seu uso (será que Francisco já leu o Apocalipse alguma vez?)

Outra missão suja de Francisco: promover o aborto e o homossexualismo no mundo. Estes dois pecados são abominações e dão poder à satanás. É por isso que tem dinheiro à vontade para promover parada gay no mundo todo e para praticar o aborto. No Brasil o próprio governo paga o médico para a mulher que queira abortar. Recentemente Francisco afirmou que os católicos são “obcecados” com o aborto e o homossexualismo. Sublimarmente ele disse: “esqueçam aborto e homossexualismo”. Aliás, quando esteve no Brasil Francisco não fez nada para evitar o aborto, cuja lei já estava pronta, e que agora foi assinada por Dilma.

Francisco está usando mensagens sublimares, para blasfemar contra a igreja, para ser mais claro, para avacalhar mesmo com ela.

Quando perguntado pela repórter o que achava do lobby gay dentro do vaticano, Francisco respondeu: “ser gay não tem problema”. E deu uma grande pausa. E depois continuou: “o problema é o lobby gay”.

A mensagem sublimarmente passada: o homossexualismo está liberado. Resultado: explosão do homossexualismo no mundo, tendo sido Francisco eleito o “homem do ano”, pela maior revista gay dos estados unidos. Eu já vi, na missa, vários casais gays se acariciando como se fosse a coisa mais normal do mundo. E ninguém pode falar nada, pois Francisco liberou, mesmo que sublimarmente.

Mas o pior de tudo é que Francisco está atentando contra o sacrifício de Cristo na Cruz. A blasfêmia maior de todas é a de negar o culto devido só a Deus para dá-lo às criaturas e ao próprio satanás.

Cristo derramou seu sangue na cruz para nos salvar. Foi para pagar o pecado de Adão e nos reconduzir ao Pai que Cristo se sacrificou por nós.

Agora, Francisco está anulando o sacrifício de Cristo. Recentemente ele disse: “não é preciso converter ninguém. Ajude o pobre e vá embora”.

Esta afirmação pode parecer bonita e caridosa, porém, ela elimina o sacrifício de Cristo.

Ajudar o pobre, o menor abandonado, o doente, a viúva desamparada e todos aqueles que precisam, é uma conseqüência do amor à Deus. Se amo à Deus, também amo ao meu próximo, e consequentemente o ajudo naquilo que ele precisa. Enquanto esteve na terra, Cristo ajudou intensamente os necessitados. Ajudar ao próximo é uma excelente atitude, que vai ajudar no nosso julgamento diante do Pai, pois “seremos julgados pelas nossas obras” (Rom 2-6).

Mas veja bem, o que salva não é a caridade. Jesus quando enviou os doze apóstolos disse: “Ide ao mundo e pregai o evangelho à toda criatura da terra. Aquele que crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16-16).

Cuidado, você pode passar a vida toda fazendo caridade e ir para o inferno.

E é isso que o papa Francisco quer, lhe levar para o inferno. Ele quer tirar Cristo do centro e colocar os pobres, mas pobre não salva ninguém, quem salva é Cristo.

Outra armação pesada de Francisco: “todas as religiões levam a Deus”. Parece bonito não é mesmo? Assim sendo, você pode ir na macumba, que lá você irá encontrar a Deus também.

Mas pense nisto: só Cristo morreu na cruz, logo, o caminho para o céu, é somente através dele. Você já viu algum Buda crucificado? Maomé foi pra cruz? E Alan Kardec, passou por lá? Veja o que disse o próprio Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida;ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14,6).

Repetindo o que disse Jesus:” Ninguém vem ao pai senão por mim”.

Cuidado: quando Francisco anunciar a criação da igreja ecumênica mundial, unindo todas as religiões, não caia na lábia dele. O que ele quer é lhe afastar de Cristo e levá-lo à Satanás.

Aqui novamente Francisco está querendo lhe levar para o inferno. Siga um caminho diferente ao de Cristo e você vai ver onde vai parar.

Aliás, recentemente Francisco disse que o inferno não existe mais. O que ele quer, é que você não creia mais na existência do inferno, para lhe mandar para lá.

“Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo". Sabe quem disse isto? Parece coisa de fanático, não é mesmo? Mas esta afirmação é de Maria, mãe de Jesus e nossa, em La salette, França em 1846, aparição reconhecida pela igreja. Veja a mensagem completa (http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/366/Os-Segredos-de-La-Salette), você vai se surpreender.

Na verdade, a partir de La Salette, Maria antecipou o que iria acontecer no mundo. Em Fátima, Portugal, em 1917, Maria disse que o demônio se infiltraria até o vértice na igreja, além de ter previsto o fim da primeira guerra, a expansão do comunismo e o início da segunda guerra. Acredita-se que o fato do demônio ter chegado ao papado, faça parte do terceiro segredo de Fátima, que na verdade não foi divulgado.

Em Akita, Japão em 1973 Nossa Senhora disse: "O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor".

Eu já vi dois padres, em uma emissora católica, em rede nacional, incentivar o casamento civil gay, e ainda citam as encíclicas do papa Francisco para justificar tal abominação. O que os padres não dizem, é que os afeminados vão para o inferno, pois “não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus” (1Cor 6, 9-10), e também Apoc 21.8: Os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros, os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte. Se você ler as mensagens marianas como La Salette, Akita, Fátima, Lourdes e outras, vai se surpreender com o que Maria tem dito. O problema é que Deus e sua mãe foram esquecidos por esta geração.

Assim sendo, o aviso foi dado. Muita coisa ainda vai acontecer daqui para frente. Fique atento pois Cristo realmente está voltando para instalar seu definitivo reino de amor. Não fique de fora.

Movimento de Resistência Católica Viva Bento XVI

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sábado, 21 de janeiro de 2017

Jornalista católica da Gloria TV News: Antes rezávamos pelas intenções do Papa e pela conversão da Rússia, hoje rezamos pelas intenções da Rússia e pela conversão do Papa Francisco


21.01.2017 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Artigo do Blog Católico: thyselfolord.blogspot.com.br
Por Pedro Erik - Doutor em Relações Internacionais
A Gloria TV News faz um relato de notícias católicas em forma de vídeo. A que vi hoje me chamou a atenção pela frase final.
O vídeo relata:
1. Terremoto na Itália ocorreu no dia 18 de janeiro, antigo dia da festa da cátedra de São Pedro. Papa João XXIII retirou essa festa do calendário romano e hoje está completamente abandonado.
2. Sismólogos italianos dizem que o grau de terremoto de 18 de janeiro nunca foi vista na Itália e a quantidade de neve que atingiu o país é a maior em 70 anos.
3. Um abortista devoto irá falar no Vaticano no próximo mês. site Life News divulgou as coisas mais absurdas que esse cara chamado Paul Ehrlich já falou como comparando gente a lixo ou dizendo que a Doutrina da Igreja Católica é um ato terrorista.
4. O Bispo John Noonan, que é filiado ao Partido Democrata do Obama, baniu a associação Padres Pró-Vida, que status canônico, de participar das paróquias.
5. A jornalista termina com "Tempos mudam, antes nós rezávamos pelas intenções do Papa e pela conversão da Rússia, hoje rezamos pelas intenções da Rússia e pela conversão do Papa".
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Claro que essa última frase precisa ser qualificada, mas eu diria que a necessidade da qualificação é mais sobre as intenções da Rússia do que pela conversão do Papa.
É uma muito frase interessante para se pensar no ano do centenário de Nossa Senhora de Fátima.
Gloria TV News on the 19th of January 2017

Nota de www.rainhamaria.com.br
Declarou o Arcebispo francês Marcel Lefebvre:
"Não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada durante vinte séculos de tradição da Igreja? Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Não defendem mais a fé católica. Eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja Católica. A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente. Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição. Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essênciaNa medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a IgrejaEis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário.  E é por isso que não estamos no cisma, somos os continuadores da Igreja católica. São aqueles que fazem as novidades que estão no cisma.  Estou com vinte séculos de Igreja, e estou com todos os Santos do Céu!”
Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

TRUMP?...


Trump é uma incógnita e essa de dar uma de ser da direita ou do lado do cristianismo tem-se que ver na prática, ainda mais nesse tempo em que os políticos mais pareceriam todos estarem possessos, fazendo tudo o que o chifrudo manda, como os comunistas - esses garantidamente estão sob controle e são teleguiados de Satã!
Além disso, os políticos antes das eleições são uns, depois costumam mudar e golpistas nesse tempo do diabo governando, o que mais temos!
V Putin, por ex., cristão? Só se for "ortodoxo", religião associada do governo e o patriarca Cirilo I é ex agente da KGB - devem ter todos eles "aquela fé"...
Além disso, o cisma da Igreja ortodoxa em materia de relativismo nada se difere do alienado protestantismo, pois o patriarca deles é "unum inter pares", além de existirem varias denominações sub-cismáticas, dos tantos bispos com suas dioceses independentes - o resto v entende!
Umas das coisas que mais observo nas questões acima do post a escãndalos os mais diversos, excitando a ira divina:
1 - A S Comunhão nas mãos, caída de partículas e pisoteio desses fragmentos consagrados que caem garantidamente no chão, e até desvios de hostias consagradas para cultos satanistas - exigencia do diabo, ele sabe o porquê.
2 - O aborto: dispensam-se comentarios pois o primeiro genocida está a toda!
3 - O despudor quase geral das mulheres, inclusive indo à S Comunhão parecendo terem vindo como estavam vestidas nas boites, a começar das mais velhas; mesmo alguns homens de bermudão, camisetas...
E de parte de ambos andando quase nus pelas ruas, elas então, sem comentarios... Nem entrando aqui a considerar os campos de nudismo, como as praias, piscinas etc...
4 - Outra é transformação dos lares em boemia, destruindo as familias: a um clic v e filhos, por ex., assistindo a programas, como as novelas e BBBs da Rede Globo da Teleputaria e afins doutras emissoras, os pais pervertem-se e vitimam seus filhos menores, diariamente fazendo uma visita virtual - funciona como ao vivo - vendo as mesmas cenas de quartos de motel na boemia!
Até hoje nas homilias, nunca ouvi em milhares delas dos mais diversos, alusões a novelas de fazer de seu sagrado lar um ambiente devasso, pervertendo-se e aos menores!
O pior? Jamais os sacerdotes abordarem com ou sem ênfase nessa depravação, nem nos boletins paroquiais, raríssimas exceções apenas na net, não desprezando os outros itens constantes no post!
Tudo isso com que nos deparamos no momento de desgraças na sociedade vem sido colocado nas mentes via MARXISMO CULTURAL no Ocidente, por meio de muitos comunistas infiltrados na Igreja, desde certos cardeais, bispos e muitos sacerdotes, como os enfiados na esquerdista TL e movimentos associados a partidos comunistas, caso dos Judas Iscariotes padres como membros do PT, PC do B ou defensores desses peçonhentos vermelhos!

Isac

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Terremoto em Roma durante a Audiência Geral do Papa Francisco

18/01/2017
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Por Miguel Pérez Pichel
Vaticano, 18 Jan. 17 / 01:30 pm (ACI).- Um forte tremor de terra, seguido por várias réplicas, sacudiu o centro da Itália e foi sentido com intensidade em Roma. Os fiéis reunidos na sala Paulo VI, no Vaticano, para participar da Audiência Feral presidida pelo Papa Francisco, foram surpreendidos por este fenômeno, embora em nenhum momento se registrou cenas de pânico.
Na capital da Itália, fecharam várias estações de metrô e evacuaram colégios, museus e monumentos como medida de precaução.
Os sismos tiveram seu epicentro no centro do país. O primeiro tremor se produziu às 10h25 (horário de Roma), o segundo às 11h14 e o terceiro às 11h25. Os três tiveram uma intensidade maior do que 5 graus. Na tarde de Roma, houve um quarto sismo às 14h33.
Segundo explicou o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia em um comunicado, o sismo se produziu em uma região ao sul da área onde se iniciou a sequência de temores no dia 24 de agosto de 2016, no centro da península itálica e que provocou a morte de 300 pessoas.
De fato, embora na atual ocasião não se tenha registrado vítimas mortais nem grandes perdas materiais, os destroços em edifícios e monumentos afetou principalmente localidades que já tinham sofrido as consequências dos tremores de 24 de agosto e de 26 e 30 de outubro de 2016.
Nesse sentido, na localidade de Amatrice, especialmente castigada no terremoto de agosto, foram registrados inúmeros desmoronamento em moradias. Unidades de emergência dos bombeiros e da defesa civil tiveram que intervir também nos núcleos urbanos de Montereale, Capitignano, Amatrice, Campotosto, Barete e Pizzoli.
Em todos estes lugares, os trabalhos para tirar os escombros e de verificação de estruturas danificadas está enfrentando dificuldades pelos estragos causados pelo temporal de neve que vem assolando a Itália nos últimos dias.
Nas regiões afetadas pelo tremor já existia uma emergência prévia pelo frio e pela neve; e algumas localidades sofriam cortes de luz há alguns dias.
Por isso, mais do que causar danos por si mesmos, os tremores agravaram a situação de emergência ocasionada pelas más condições meteorológicas.
O prefeito de Amatrice, Segio Pirozzi, assinalou em declarações à agência de notícias ANSA que “a emergência não é pelo tremor ou por danos na ‘área vermelha’ (que abarca todo o centro histórico de Amatrice, totalmente destruído pelo terremoto de 24 de agosto e atualmente desabitada), mas pela neve. Não há máquinas de tirar a neve suficientes. Temos áreas isoladas com dois metros de neve”.
Fonte:http://www.acidigital.com/noticias/terremoto-em-roma-durante-a-audiencia-geral-do-papa-43631/
SERIA KUSHNER O ANTICRISTO?

Será que estamos olhando para o futuro presidente da Nova Ordem Mundial, "salvador" e falso messias dos judeus que vencerá os inimigos de Israel, acalmará os muçulmanos extremistas, trará paz à região, e ajudará o Sinédrio a destravar a construção do Terceiro Templo?
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Lembro-vos que aquele que firmar este acordo de paz, sem sombra de dúvidas se encaixará nos atributos de Falso Messias, falso pacificador, que será o anticristo. É esperarmos para ver...
Desperte-se! Digo aos defensores do falso conservador Donaldo Trump que possivelmente ficarão ofendidos com este artigo: Não siga, confie, e deposite suas esperança em homens! Mas apenas no Messias Yeshua! O Cristo, Filho do Eterno Criador!
Não se iluda com as medidas anti-esquerdistas de Trump, que há pouco tempo atrás era um liberal, e ainda hoje possui alianças com os globalistas/satanistas do Grupo Bilderberg e a Família Rockefeller!
Não se engane com qualquer um que carregue uma bíblia na mão! Qualquer um pode fazer isso, mas outra coisa diferente é cumprir os mandamentos do Eterno e viver santo e irrepreensível, assim como as Escrituras nos aconselha.
Lembre-se também o que Cristo alertou: o anticristo tentará enganar se possível os escolhidos, e para que isso aconteça, ele deve se parecer como um de nós: um homem supostamente conservador, cristão-judeu, boa aparência, e não um louco de turbante, gritando "allahu akbar".
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista publicada pelo jornal britânico "The Times" que irá indicar o genro para mediar um acordo de paz entre israelenses e palestinos no Oriente Médio.
Jared Kushner, de 35 anos, é casado com Ivanka Trump e será um dos conselheiros da Presidência. A oposição já pediu ao Departamento de Justiça que barre a nomeação por violar a lei antinepotismo de 1967.
(Jared Kushner ao lado do Presidente Trump)
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Ele é amigo do prefeito de Jerusalém e já tentou comprar uma empresa de seguros israelense. Os nomes de seus pais estão gravados em um campus hospitalar, um tributo a doadores generosos. Mas para muitos israelenses e palestinos, Jared Kushner é um mistério.
De repente, Kushner, que também é magnata de negócios, proprietário do edifício 666 em Nova York, surgiu como uma figura potencialmente importante para o futuro dessa região perturbada.
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Poucos dos israelenses e palestinos que estão envolvidos há anos no frustrante processo de paz se lembram de ter conhecido Kushner, e muitos correram para saber mais. Mas o tempo passado na mesa de paz mais uma vez não produziu exatamente a paz, e alguns dos que conhecem Kushner disseram que sua juventude e seus laços estreitos com o próximo presidente americano poderão fazer dele um novo ator valioso.
As autoridades israelenses, especialmente as mais chegadas ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, estavam otimistas, considerando Kushner um aliado.
"Não há dúvida de que ele sente um forte compromisso com a segurança e o futuro de Israel", disse Ron Dermer, o embaixador israelense nos EUA, que forjou um relacionamento estreito com Kushner.
Os líderes palestinos são mais discretos.
"Não conheço pessoalmente Jared Kushner e nunca o encontrei, mas aprecio a ideia de vê-lo ajudar a romper o impasse nas negociações do conflito", disse Amin Maqboul, secretário-geral do conselho revolucionário da Fatah, partido que controla a Autoridade Palestina.
Fonte: UOL noticias  via  www.libertar.in
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando o Padre Leonardo Castellani: O Homem do Pecado (anticristo) tolerará e se aproveitará de um cristianismo adulterado. Imporá por todas as partes o reino da iniqüidade e da mentira.
“O Homem do Pecado tolerará e se aproveitará de um cristianismo adulterado... Imporá por todas as partes o reino da iniqüidade e da mentira, o governo puramente exterior e tirânico, a “Liberdade” desenfreada dos prazeres e diversões, a exploração do homem; e seu modo de proceder hipócrita e sem misericórdia. Haverá em seu Reino uma estrondosa alegria falsa e exterior, cobrindo o mais profundo desespero. Em seu tempo acontecerão os mais estranhos distúrbios cósmicos, como se os elementos se houvessem revoltado. A humanidade estará numa grande expectativa e reinará grande confusão e dissipação entre os homens. Rompidos os laços de família, de amizade, de lealdade e bom relacionamento, os homens não poderão confiar em ninguém, e correrá no mundo como um tremor frio, um universal e ímpio “salve-se quem puder”. Será atropelado o que há de mais sagrado e nenhuma palavra terá mais fé, nem pacto algum terá vigor, senão pela força. A caridade heróica de alguns fiéis, transformada em amizade até a morte, manterá no mundo ilhotas de fé; porém mesmo ali, ela estará continuamente ameaçada pela traição e pela espionagem". (Padre Leonardo Castellani 1899-1981, Los Papeles de Benjamin Benavides)
Lembrando as palavras do Padre Emanuel, ainda no século XIX, em seu escrito: O Drama do Fim dos Tempos.
“Estas são as marcas da vinda do Anticristo:
Quando os velhos não tiverem nem bom senso nem prudência,
Quando os cristãos estiverem sem fé,
Quando os cristãos estiverem sem amor, eles falarão de amor, mas não terão amor pelo próximo,
Quando os ricos forem sem misericórdia.
Quando os jovens não tiverem respeito,
Quando as mulheres tiverem perdido o pudor,
Quando, no casamento, não houver mais continência,
Quando os clérigos forem sem honra e sem santidade,
Quando os religiosos não tiverem verdade nem austeridade, sacerdotes bispos e padres, serão homens frívolos, completamente incapazes de distinguir entre o caminho da direita e o da esquerda,
Quando os bispos não tiverem piedade. As igrejas serão privadas de pastores piedosos e tementes a Deus, e infelizes dos cristãos que estiverem na terra nesses momentos! Perderão a fé, porque não haverá mais quem lhes mostre a luz da verdade,
Quando os governantes da terra não tiverem nenhuma misericórdia”.
Em outras palavras, estas são as marcas, os sinais claros, que o anticristo está as portas do mundo, prestes a surgir no cenário mundial, para dar inicio ao complemento final do Apocalipse.
Disse também o Padre Emanuel, no século XIX:
Sobre o aparecimento do Anticristo...
“Apresentar-se-á como cheio de respeito pela liberdade das religiões, uma das máximas e uma das mentiras da besta revolucionária.
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Dirá aos budistas que é um Buda; aos muçulmanos, que Maomé é um grande profeta... Talvez até irá dizer, em sua hipocrisia, como Herodes seu precursor, que quer adorar Jesus Cristo. Mas isso não passará de uma zombaria amarga. Malditos os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável Salvador seja posto lado a lado com outras seitas e mestres. E Deus, infinitamente bom, vendo a decadência da raça humana, abreviará os dias, por amor ao pequeno número dos que deverão ser salvos, porque o inimigo desejaria arrastar até mesmo os eleitos a tentação, se tal fosse possível. Então a espada do castigo virá de repente e derrubará o Corruptor e seus servidores".

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

CARDEAL BURKE: NÃO TENHO MEDO QUE O PAPA FRANCISCO ME TIRE O TÍTULO DE CARDEAL




O Cardeal Raymond Burke tem insistido mais uma vez que os quatro cardeais que estão por trás dos "dubia" referentes a "amoris laetitia", estão cumprindo com seu dever católicos de buscar clareza por parte de Franciscus sobre suas ideias acerca do ensinamento da Igreja Católica sobre o Matrimônio e a Eucaristia.
Numa entrevista ao diário italianos LaVerita, o Cardeal Burke assinala que são muito mais de quatro os cardeais que estão preocupados com "amoris laetitia" e também disse que não há um calendário específico para a correção formal
Da parte do Cardeal, no dia do Juízo, ele prefere estar em boa consciência diante de Deus, antes de se preocupar com as potenciais repercussões políticas contra os cardeais, por haverem feito a petição ao papa.
Embora exista uma suposição de os Cardeais Burke, Caffara, Meisner e Brandmueller poderiam, ou deveriam ser degradados pelo papa Francisco - perdendo o status de cardeais - por alguns erros como a falta de respeito na apresentação das "dubia", este pensamento não preocupa nem desanima o Cardeal Burke.
"Nem sequer penso nisso" disse: "Quero dizer que certamente é possível. Já aconteceu historicamente, que um cardeal perdeu seu título. Porém eu não penso nisso, porque sei qual é o meu dever e não posso me distrair com este tipo de pensamentos, e sabes, ficar me preocupando se vou ser perseguido de algum modo por defender a verdade"
O Cardeal Burke falou que muitos lhe têm perguntado diretamente se ele tem medo de algum problema sobre este assunto, e responde que o que temia ao invés disso era dar uma resposta equivocada para Deus sobre a questão, se havia defendido o Senhor e ao Seu ensinamento, ao final de sua vida.
O Cardeal declarou: "O que temo é ter que comparecer ante Nosso Senhor no Juízo Final, e ter que dizer-lhe: Não, não Te defendi quando Te atacavam, e a verdade que Tu ensinaste estava sendo traída. É simplesmente deste modo que eu penso”.
Os críticos de "amoris laetitia" têm enfrentado fortes contra-ataques dos defensores do papa Francisco, porém, embora haja os que questionam e criticam os cardeais por submeter as dubia, muitos outros insistem em que este é de fato, o seu dever.
Ed Petin, o respeitado correspondente do Vaticano para o National Catholic Register, assinalou que nesta semana já há na realidade 30 cardeais que apresentaram suas preocupações ao papa, depois de obter uma cópia prévia de amoris laetitia.
Na entrevista com LaVerita, traduzida por Andrew Guersey, o Cardeal Burke esclareceu que "não existe absolutamente nenhum prazo" para fazer a correção formal do papa. Ele sugere que seus comentários anteriores a LifeSite indicaram que isso poderia acontecer depois da Epifania.
Além disso, o Cardeal falou que não existe nenhum desacordo entre os quatro cardeais. "De fato, eu nunca disse que deveria haver uma confrontação pública. Estou de acordo com o Cardeal Bradmuller, que o primeiro passo seria pedir uma reunião privada com o santo padre, para lhe fazer ver as declarações inaceitáveis de amoris laetitia, mostrando como, de um modo ou outro, não são adequadas para expressar o que a Igreja sempre tem ensinado".
Em recente entrevista com The Remnant, o Cardeal Burque sublinhou a necessidade de apresentar publicamente as dubia. Disse que não seguir avante nas preocupações isso levaria os católicos a acreditar que tudo está bem na Igreja, quando certamente não está.
"Porém não, isso não é suficiente - aceitar a ambiguidade vinda do papa - explicou o Cardeal Burke. "Porque em todo lugar que vou - e viajo muito agora - em todas as partes que chego ouço as pessoas dizendo: Que acontece com os cardeais? Existem estas questões sérias, e, entretanto vocês permanecem em silêncio. Não dizem nada!"
"Eles têm razão", continuou ele! "Se permanecermos em silêncio, definitivamente isso daria a ideia aos fieis de que tudo está bem. Quando não está bem".
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OBS > Volto a insistir neste tema, porque ele é certamente uma chave dos acontecimentos finais. Como já disse, a sorte foi lançada, e os cardeais fizeram o correto. Neste texto, entretanto os autores tocam em alguns pontos que, desde o início deste antipontificado eu tenho assinalado e registrado no livro.
Em primeiro lugar, de fato a coisa demorou demais para estourar. Isso deveria ter acontecido já no conclave e antes dele, o que elegeu Francis, ou melhor do esbulho que o colocou visível na cadeira de Pedro. Os cardeais de fato tardaram muito em acordar para a realidade terrível que está acontecendo no Vaticano, e não somente por causa das dúvidas dos cardeais apresentadas ao Francis, e sim por centenas de outras coisas graves que ele está cometendo, sob a vista complacente de uma maioria do clero que dorme, sonha e ronca.
Na Escritura está dito: ai daqueles que do bem fazem mal, e do mal fazem bem. E ainda: ai daqueles que dizem tudo vai bem, vai bem, quando tudo vai mal. De fato, se não houvesse nenhuma reação do alto clero contra os desmandos desta carta amoris laetitia, se passaria ao mundo católico a impressão de que tudo estaria bem na Igreja, quando tudo vai escandalosa e escancaradamente MAL, e MUITO MAL. Neste sentido, até mesmo nós leigos não teríamos cacife ou direito de reclamar, porque se os que devem defender a verdade se calam, como fica?
Importante lembrar também do artigo supra, a informação de que mais 30 cardeais, além destes, já apresentaram ao Vaticano as suas dúvidas, o que significa que aumenta gradativamente o número daqueles que resolveram defender a Verdade de Cristo, contra as determinações de um homem, que alias fica furioso quando é contestado, no que dá um tiro no próprio pé: de fato como pode ser misericordioso aquele que age como um ditador, um tirano, que persegue com iras e ganas a quem contesta a sua “reforma”, e suas heresias. Fala-se que no Vaticano impera o medo, e todos falam baixinho,  no centro dos corredores, porque as paredes parecem ter ouvidos, e basta que alguém se manifeste contrário a algo que ele tenha dito ou feito, para nas horas seguintes receber sua carta de demissão. Isso é misericórdia, ou justiciamento tirânico, a modo de uma KGB russa?
Ademais, quanto aos cardeais serem perseguidos por levarem suas dúvidas ao “papa”, eles não devem mesmo se preocupar, primeiro porque, de fato, o grande Juiz deles é Cristo, segundo porque não tem poder algum aquele que os ameaça, terceiro ainda que percam o título por defender a verdade, na vida particular isso não influi em nada. Mais vale uma cabeça sem barrete vermelho, que a vara da justiça divina! Quem não responde é porque algo esconde. (Aarão)
Cardeal Caffarra: SOMENTE UM CEGO PODE NEGAR A CONFUSÃO QUE O PAPA FRANCISCO ESTÁ FAZENDO NA IGREJA
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Abaixo, FratresInUnum.com publica uma importantíssima entrevista do Cardeal Carlo Cafarra, arcebispo emérito de Bologna e atualmente uma das maiores autoridades em Teologia Moral, acerca dos dubia recentemente apresentados ao Papa Francisco. Pedimos aos nossos leitores que leiam atentamente e, para o bem da Igreja, divulguem essa entrevista. Diante das retaliações esboçadas contra o Cardeal Burke, Cafarra vem a público mostrar que o tema não é a conduta pessoal desse ou daquele cardeal, mas as contradições de Amoris Laetitia. De certo modo, ele devolve o tema ao debate, e num nível muito elevado. É realmente confortante podermos ler declarações tão lúcidas, nas quais se sente o seu amor à Igreja, a sua fidelidade à doutrina, a sua retidão de consciência e a serenidade de quem sabe estar cumprindo um dever. São palavras dignas de um bispo da Igreja!


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Entrevista com Cardeal Caffarra: “A divisão entre os pastores é a causa da carta que enviamos a Francisco. Não o seu efeito. Insultos e ameaças de sanções canônicas são coisas indignas”. “Uma Igreja com pouca atenção à doutrina não é mais pastoral, é apenas mais ignorante”.
Por Matteo Matzuzzi, Il Foglio, 14 de janeiro de 2017 | Tradução: FratresInUnum.com
Bolonha. “Creio que devam ser esclarecidas diversas coisas. A carta, – e os dubia anexos –, foi longamente refletida, durante meses, e longamente discutida entre nós. Pelo que me diz respeito, foi também objeto de longas orações diante do Santíssimo Sacramento”. O cardeal Carlo Caffarra coloca estas premissas, antes de iniciar a longa conversa com ‘Il Foglio’, sobre a hoje célebre carta “dos quatro cardeais”, enviada ao Papa para pedir-lhe esclarecimentos em relação a Amoris Laetitia, a exortação que tirou as conclusões do duplo Sínodo sobre a família e que tanto debate, — nem sempre com nobreza e elegância —, desencadeou dentro e fora dos muros vaticanos.
“Estávamos conscientes de que o gesto que estávamos realizando era muito sério. As nossas preocupações eram duas. A primeira era a de não escandalizar os pequenos na fé. Para nós, pastores, este é um dever fundamental. A segunda preocupação era que nenhuma pessoa, crente ou não crente, pudesse encontrar na carta expressões que, mesmo remotamente, parecessem ainda que uma mínima falta de respeito para com o Papa. O texto final, portanto, foi fruto de diversas revisões: textos revisados, rejeitados, corrigidos”. Colocadas estas premissas, Caffarra entra no assunto.
“O que nos levou a este gesto? Uma consideração de caráter geral-estrutural e outra de caráter contingente-conjuntural. Comecemos com a primeira. Existe para nós, cardeais, o grave dever de aconselhar o Papa no governo da Igreja. É um dever, e os deveres obrigam. Há também o fato,  de caráter mais contingente, — que somente um cego pode negar —, que na Igreja existe uma grande confusão, incerteza, insegurança, causada por alguns parágrafos da Amoris Laetitia. O que está acontecendo nos últimos meses é que, sobre as mesmas questões fundamentais em relação à economia sacramental (matrimônio, confissão e Eucaristia) e a vida cristã, alguns bispos disseram A, outros disseram o contrário de A. Com a intenção de bem interpretar os mesmos textos”.
E “este é um fato, inegável, porque os fatos são teimosos, como dizia David Hume. O caminho de saída deste ‘conflito de interpretações’ seria o recurso aos critérios interpretativos teológicos fundamentais, utilizando os quais penso ser possível mostrar razoavelmente que Amoris Laetitia não contradiz a Familiaris Consortio. Pessoalmente, nos encontros públicos com leigos e sacerdotes, sempre segui este caminho”. Não foi suficiente, observa o arcebispo de Bolonha. “Entendemos que este modelo epistemológico não era suficiente. O contraste entre estas duas interpretações continuava. Havia um único modo para resolvê-lo: pedir ao autor do texto, interpretado de duas maneiras contraditórias, qual é a interpretação correta. Não há outro caminho. Colocava-se, em seguida, o problema sobre o modo pelo qual dirigir-se ao Pontífice. Escolhemos um caminho muito tradicional na Igreja, os assim chamados ‘dubia’”.
Por que? “Porque tratava-se de um instrumento pelo qual, caso o Santo Padre, segundo o seu soberano julgamento, tivesse querido responder, não seria obrigado a respostas elaboradas e longas. Deveria responder apenas ‘Sim’ ou ‘Não’. E remeter, como frequentemente os Papas o fizeram, aos autores de comprovado saber (em latim, ‘probati auctores‘), ou pedir à Doutrina da Fé que publicasse uma declaração adicional pela qual fosse explicado o ‘Sim’ ou o ‘Não’.  Parecia-nos o caminho mais simples. A outra questão que se colocava era se isto deveria ser feito privada ou publicamente. Refletimos e concordamos que teria sido uma falta de respeito tornar tudo público desde o início. Assim, o fizemos de modo privado, e somente quando tivemos a certeza que o Santo Padre não teria respondido, decidimos publicar”.
Este é um dos pontos sobre os quais mais se discutiu, e que deram origem a polêmicas relacionadas. Por último, veio o cardeal Gerhard Ludwig Müller, prefeito do ex Santo Ofício, que julgou como um erro a publicação da carta. Caffarra explica. “Interpretamos o silêncio como autorização para prosseguir o debate teológico. E, ademais, o problema envolve tão profundamente tanto o magistério dos bispos, (que, não esqueçamos, o exercem não por delegação do Papa, mas pelo próprio sacramento que receberam), como a vida dos fiéis. Uns e outros têm o direito de saber. Muitos fiéis e sacerdotes diziam: ‘mas os senhores cardeais, em uma situação como esta, têm o dever de intervir junto ao Santo Padre; senão, para que existem, se não ajudam o Papa em questões tão graves?’ Começava a produzir-se o escândalo de muitos fiéis, como se nós estivéssemos nos comportando como os cães que não ladram, dos quais fala o Profeta. Isto é o que há por trás daquelas duas páginas”.
Mesmo assim, as críticas choveram, inclusive de irmãos bispos ou monsenhores de cúria: “Algumas pessoas continuam a dizer que nós não somos dóceis ao magistério do Papa. É falso e calunioso. É exatamente porque não queremos ser indóceis que escrevemos ao Papa. Eu posso ser dócil ao magistério do Papa se sei o que o Papa ensina em matéria de fé e de vida cristã. Mas o problema é exatamente este: que sobre alguns pontos fundamentais não se entende bem o que o Papa ensina, como o demonstra o conflito de interpretações entre os bispos. Nós queremos ser dóceis ao magistério do Papa, mas o magistério do Papa deve ser claro. Nenhum de nós, — diz o arcebispo de Bolonha —, quis ‘obrigar’ o Santo Padre a responder: na carta falamos de soberano julgamento. Simples e respeitosamente fizemos perguntas. Finalmente, não merecem atenção as acusações de querermos dividir a Igreja. A divisão, já existente na Igreja, é a causa da carta, não o seu efeito. São, ao contrário, coisas indignas dentro da Igreja, sobretudo em um contexto como este, os insultos e as ameaças de sanções canônicas”. Na introdução da carta reconhecemos “uma grave perplexidade de muitos fiéis e uma grande confusão sobre questões muito importantes para a vida da Igreja”.
Em que consistem, especificamente, a confusão e a perplexidade? Responde Caffarra: “Recebi uma carta de um pároco que é uma fotografia perfeita do que está acontecendo. Escrevia ele: ‘Na direção espiritual e na confissão não sei mais o que dizer. Quando um penitente me diz: vivo, para todos os efeitos, como marido com uma mulher que é divorciada e agora estou comungando; eu lhe proponho um caminho para corrigir esta situação. Mas o penitente me detém e logo responde: ouça, padre, o Papa disse que posso receber a Eucaristia, sem precisar fazer o propósito de viver em continência. Eu não posso suportar mais esta situação. A Igreja pode me pedir tudo, mas não que eu traia a minha consciência. E a minha consciência tem objeções a um suposto ensinamento pontifício de permitir a Eucaristia para quem vive como marido e mulher, sem ser casado’. Assim escrevia o pároco. A situação de muitos pastores de almas, refiro-me sobretudo aos párocos, — observa o cardeal —, é esta: têm sobre os ombros um peso que não estão em condições de suportar.
É nisso que penso quando falo de uma grande perplexidade. Falo dos párocos, mas muitos fiéis estão ainda mais perplexos. Estamos falando de questões que não são secundárias. Não estamos discutindo se o peixe quebra ou não quebra a abstinência. Tratam-se de questões gravíssimas para a vida da Igreja e para a salvação eterna dos fiéis. Não devemos esquecer nunca que esta é a lei suprema da Igreja, a salvação eterna dos fiéis. Não outras preocupações. Jesus fundou a sua Igreja para que os fiéis tenha a vida eterna, e a tenham em abundância”.
A divisão a que se refere o cardeal Carlo Caffarra originou-se principalmente por causa da interpretação dos parágrafos de Amoris Laetitia que vão do número 300 ao 305. Para muitos, inclusive diversos bispos, encontramos aqui a confirmação de uma ruptura, não apenas pastoral, como também, e sobretudo, doutrinal. Outros, ao contrário, pensam que tudo está perfeitamente inserido e em conformidade com o magistério precedente. Como se pode sair de semelhante equívoco? “Colocaria duas premissas muito importantes. Pensar em uma práxis pastoral não fundamentada e enraizada na doutrina significa fundamentar e enraizar a práxis pastoral sobre o arbítrio. Uma Igreja com pouca atenção à doutrina não é uma Igreja mais pastoral, mas é uma Igreja mais ignorante.
A Verdade da qual nós falamos não é uma verdade formal, mas uma Verdade que nos concede salvação eterna: ‘veritas salutaris‘, em termos teológicos. Explico. Existe uma verdade formal. Por exemplo, quero saber se o maior rio do mundo é o Rio Amazonas ou o Rio Nilo. Esta é uma verdade formal. Formal significa que este conhecimento não tem nenhuma relação com o meu modo de ser livre. Mesmo que a resposta tivesse sido a contrária, não teria mudado nada no meu modo de ser livre. Mas há verdades que eu chamo de existenciais. Se é verdade, — como Sócrates já havia ensinado —, que é melhor padecer a injustiça do que praticá-la, estou enunciando uma verdade que provoca a minha liberdade para agir de um modo muito diverso se fosse verdade o contrário.
Quando a Igreja fala de verdade, — acrescenta Caffarra —, fala da verdade do segundo tipo, a qual, se é obedecida pela liberdade, gera a verdadeira vida. Quando ouço dizer que se trata apenas de uma mudança pastoral e não doutrinal, ou pensamos que o mandamento que proíbe o adultério seja uma lei puramente positiva que pode ser mudada, (e penso que nenhuma pessoa reta possa sustentar isto), ou isso significa admitir, sim, que o triângulo tem geralmente três lados, mas que existe também a possibilidade de construir algum que tenha quatro lados. Ou seja, estou dizendo um coisa absurda. Os medievais, além disso, diziam: “theoria sine praxi, currus sine axi; praxis sine theoria, caecus in via” (ndt: a teoria, sem a práxis, é como um carro sem eixo, que é o mesmo que dizer, sem rodas; a práxis, sem a teoria, é como um cego na estrada).
A segunda premissa que faz o arcebispo diz respeito “ao grande tema da evolução da doutrina, que sempre acompanhou o pensamento cristão. E que sabemos ter sido retomado de modo esplêndido pelo Beato John Henry Newman. Se há um ponto claro é que não há evolução onde há contradição. Se eu digo que ‘s’ é ‘p’ e depois digo que ‘s’ não é ‘p’, a segunda proposição não desenvolve a primeira, mas a contradiz. Aristóteles já havia justamente ensinado que ao se enunciar uma proposição universal afirmativa (por exemplo, todo adultério é injusto) e ao mesmo tempo uma proposição particular negativa tendo o mesmo sujeito e predicado (por exemplo, certos adultérios não são injustos), não se faz uma exceção à primeira. Mas a contradiz. Por fim, se quisesse definir a lógica da vida cristã, usaria a expressão de Kiekegaard: ‘Mover-se sempre, permanecendo sempre parado no mesmo ponto’”.
O problema, acrescenta o purpurado, “é ver se os famosos parágrafos nn. 300-305 de Amoris Laetitia e a famosa nota n.351 estão ou não estão em contradição com o magistério precedente dos Pontífices que enfrentaram a mesma questão. Segundo muitos bispos, estão em contradição. Segundo muitos outros bispos, não se trata de uma contradição, mas de um desenvolvimento. É por isso que pedimos uma resposta do Papa”. Chega, assim, ao ponto mais contestado e que tanto animou as discussões sinodais: a possibilidade de conceder aos divorciados e recasados civilmente a reaproximação à Eucaristia. Coisa que não encontra explicitamente espaço em Amoris Laetitia, mas que, segundo o juízo de muitos, é um fato implícito, que representa nada mais do que uma evolução em relação ao n. 84 da Exortação Familiaris Consortio, de João Paulo II.
“O problema no seu nó é o seguinte”, argumenta Cafarra: “O ministro da Eucaristia (em geral, o sacerdote) pode dar a Eucaristia a uma pessoa que vive more uxorio (ndt. como se fosse casada, isto é, tendo relações sexuais) com uma mulher ou com um homem que não é a sua mulher ou o seu marido, e não pretende viver em continência? As respostas são apenas duas: Sim ou Não. Ninguém, aliás, põe em questão que Familiaris consortio, Sacramentum unitatis, o Código de Direito Canônico e o Catecismo da Igreja Católica à esta pergunta respondam Não. Um Não válido, até que o fiel não proponha abandonar o estado de convivência more uxorio. Amoris Laetitia ensinou que, dadas certas circunstâncias precisas e realizado um certo percurso, o fiel poderia aproximar-se da Eucaristia sem se comprometer em viver a continência? Há bispos que ensinam que se pode. Por uma simples questão de lógica, se deveria, então, ensinar que o adultério não é um mal em si e por si. Não é pertinente apelar à ignorância ou ao erro em relação à indissolubilidade do matrimônio: um fato infelizmente muito difuso. Este apelo tem um valor interpretativo, não orientativo. Deve ser usado como método para discernir a imputabilidade das ações já realizadas, mas não pode ser princípio para ações a serem realizadas. O sacerdote – diz o cardeal – tem o dever de iluminar o ignorante e corrigir o errante”.
“Ao contrário, aquilo que Amoris Laetitia trouxe de novo sobre essa questão é a chamada aos pastores de alma de não se contentarem com responder Não (não se contentar, porém, não significa responder Sim), mas de tomar a pessoa pela mão e ajudá-la a crescer até o ponto que entenda que se encontra em uma tal condição que não pode receber a Eucaristia, se não cessar com as intimidades próprias dos esposos. Mas não é que o sacerdote possa dizer ‘ajudo o seu caminho dando-lhe os sacramentos’. E é sobre isso que, na nota n. 351, o texto é ambíguo. Se eu digo à pessoa que não pode ter relações sexuais com aquele que não é o seu marido ou a sua mulher, porém, no entanto, visto que isso é tão difícil, pode ter… apenas uma ao contrário de três por semana, não há sentido; e não uso de misericórdia para com essa pessoa. Porque, para pôr fim a um comportamento habitual – um habitus, diriam os teólogos – é necessário que haja o decidido propósito de não realizar nenhum ato próprio daquele comportamento. Há um progresso no bem, mas entre deixar o mal e iniciar a fazer o bem há uma escolha instantânea, mesmo que longamente preparada. Por um certo período, Agostinho rezava: ‘Senhor, dai-me a castidade, mas não já’”. A discorrer sobre os dúbia, parece-me compreender que, em jogo, mais do que Familiaris Consortio, esteja a Veritatis Splendor. É assim?
“Sim”, responde Carlo Cafarra. “Aqui está em questão aquilo que ensina a Veritatis Splendor. Esta Encíclica (6 de agosto de 1993) é um documento altamente doutrinal, nas intenções do Papa São João Paulo II, a tal ponto que – coisa excepcional atualmente nas encíclicas – é endereçada somente aos bispos, enquanto responsáveis da fé que se deve crer e viver (cf. n. 5). A estes, ao fim, o Papa recomenda serem vigilantes a respeito de doutrinas condenadas ou ensinadas pela própria encíclica. Aquelas, para que não se difundam na comunidade cristã, essas, para que sejam ensinadas (cf. n. 116). Um dos ensinamentos profundos do documento é que existem atos que podem ser por si mesmos e em si mesmos, prescindindo das circunstâncias em que são realizados e das intenções que o agente se propõe, qualificados como desonestos.
E acrescenta que negar este fato pode levar a negar o sentido do martírio (cf. nn. 90-94). Cada mártir, de fato – sublinha o arcebispo emérito de Bolonha – poderia ter dito: ‘Mas eu me encontro em uma circunstância… em tais situações para as quais o dever grave de professar a minha fé ou de afirmar a intangibilidade de um bem moral não me obrigam mais’. Se pensarmos às dificuldades que Tomás More sofria por causa de sua esposa, na prisão: ‘tens deveres para com tua família, para com teus filhos’. Não é, então, apenas um discurso de fé. Mesmo usando apenas a reta razão vejo que, negando a existência de certos atos intrinsecamente desonestos, nego que exista um confim além do qual os poderosos deste mundo não podem e não devem ir. Sócrates foi o primeiro no ocidente a compreender isso. A questão, portanto, é grave, e sobre isso não se podem deixar incertezas. Por isso, nos permitimos pedir ao Papa para deixar claro, porque há bispos que parecem negar tal fato, fazendo referência a Amoris Laetitia. O adultério, de fato, sempre foi considerado entre os atos intrinsecamente maus. Basta ler o que diz Jesus a respeito, São Paulo e os mandamentos dados por Deus a Moisés”. Mas há ainda espaço, hoje, para os assim chamados atos “intrinsecamente maus”. Ou, talvez, é tempo de olhar mais o outro lado da balança, ao fato que tudo, diante de Deus, pode ser perdoado?
Atenção, diz Cafarra: “Aqui se faz uma grande confusão. Todos os pecados e as escolhas intrinsecamente desonestas podem ser perdoadas. Então, ‘intrinsecamente desonestos’ não significa ‘imperdoáveis’. Jesus, todavia, não se contenta em dizer à adúltera: ‘Nem eu te condeno’. Diz-lhe também: ‘Vai e, de agora em diante, não peques mais’ (Jo 8,10). São Tomás, inspirando-se em Santo Agostinho, faz um comentário belíssimo, quando escreve que ‘Teria podido dizer: vai, e vivas como queiras e estejas certa do meu perdão. Não obstante todos os teus pecados, eu te libertarei dos tormentos do inferno. Mas o Senhor, que não ama a culpa e não favorece o pecado, condena a culpa… dizendo: de agora em diante, não peques mais. Mostra-se, assim, como é terno o Senhor em sua misericórdia e justo na sua Verdade’ (cf. Comentário a João, 1139). Nós somos verdadeiramente – não é apenas um modo de dizer – livres diante do Senhor. E, então, o Senhor não nos joga seu perdão por trás de nossas costas. Deve haver um admirável e misterioso matrimônio entre a infinita misericórdia de Deus e a liberdade do homem, que se deve converter se quiser ser perdoado”.
Perguntamos ao cardeal Cafarra se uma certa confusão não deriva também da convicção, radicada também entre tantos pastores, de que a consciência seja uma faculdade para decidir autonomamente em relação àquilo que é o bem ou o mal, e que em última análise a palavra decisiva seja da consciência individual. “Considero este o ponto mais importante de todos”, responde. “É o lugar onde nos encontramos e desencontramos com a pilastra fundamental da modernidade. Comecemos por esclarecer a linguagem. A consciência não decide, porque ela é um ato da razão; a decisão é um ato da liberdade, da vontade. A consciência é um juízo em que o sujeito da proposição que o exprime é a escolha que estou para realizar ou que já realizei, e o predicado é a qualificação moral da escolha. É, então, um juízo, não uma decisão. Naturalmente, cada juízo racional se exercita à luz de critérios, de outro modo não seria um juízo, mas qualquer outra coisa. Critério é aquilo com base em que eu afirmo aquilo que afirmo ou nego aquilo que nego. A este ponto, é particularmente iluminante uma passagem do Tratado sobre a consciência moral do Beato Rosmini: ‘Há uma luz que está no homem e há uma luz que é o homem. A luz que está no homem é a lei da Verdade e a graça. A luz que é o homem é a reta consciência, porque o homem se torna luz quando participa da luz da lei da Verdade mediante a sua consciência conformada àquela luz’. Ora, diante dessa concepção da consciência moral se opõe a concepção que erige como tribunal inapelável da bondade ou malícia das próprias escolhas a própria subjetividade. Aqui, para mim – diz o purpurado – está o desencontro decisivo da visão da vida própria da Igreja (porque própria da divina Revelação) e a concepção da consciência própria da modernidade”.
“Quem viu isso de maneira lucidíssima – acrescenta – foi o Beato Newman. Na famosa carta ao Duque de Norfolk, diz: ‘A consciência é um vigário aborígene de Cristo. Um profeta nas suas informações, um monarca nas suas ordens, um sacerdote nas suas bênçãos e nos seus anátemas. Para o grande mundo da filosofia de hoje, estas palavras não são verbosidades vãs e estéreis, privadas de um significado concreto. Em nosso tempo, ferve uma guerra renhida, diria, quase uma espécie de conspiração contra os direitos da consciência’. Mais adiante, acrescenta que ‘em nome da consciência se destroem as verdadeiras consciências’. Eis porque, entre os cinco dúbia, o número cinco é o mais importante. Há uma passagem de Amoris Laetitia, no n. 303, que não está clara; parece – repito: parece – admitir a possibilidade de haver um juízo verdadeiro da consciência (não invencivelmente errôneo; isso sempre foi admitido pela Igreja) em contradição com aquilo que a Igreja ensina como atinente ao depósito da divina Revelação. Parece. E, por isso, apresentamos a dúvida ao Papa”.
“Newman – recorda Cafarra – diz que ‘se o Papa falasse contra a consciência, tomada no verdadeiro significado da palavra, cometeria um verdadeiro suicídio, cavaria uma fossa debaixo dos seus pés’. São coisas de uma gravidade alarmante. Não diga nunca a uma pessoa: ‘Siga sempre a tua consciência’, sem acrescentar, sempre e na mesma hora: ‘Ama e procura a verdade sobre o bem’. Colocaria em suas mãos a arma mais destrutiva da sua humanidade”.

Matéria original:http://www.ilfoglio.it/chiesa/2017/01/14/news/carlo-caffarra-papa-sinodo-famiglia-coscienza-newman-chiesa-114939/
Fonte:https://fratresinunum.com/2017/01/16/cardeal-caffarra-somente-um-cego-pode-negar-que-haja-uma-grande-confusao/

sábado, 14 de janeiro de 2017

Ordem de Malta em guerra contra papa Francisco

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AFP
(Arquivo) Papa Francisco (D) e Robert Matthew Festing, príncipe e france mestre da Soberana Ordem de Malta, no Vaticano, em 23 de junho de 2016© Fornecido por AFP (Arquivo) Papa Francisco (D) e Robert Matthew Festing, príncipe e france mestre da Soberana Ordem de Malta, no Vaticano, em 23 de junho de 2016
A Ordem de Malta, uma das mais antigas da Igreja Católica, confirmou nesta semana sua oposição ao papa Francisco, em um gesto pouco comum em sua história milenar.
Em um comunicado divulgado na quarta-feira em seu site, a Ordem confirmou que se nega a cooperar com a comissão de investigação nomeada pelo papa argentino, informaram nesta sexta-feira meios de comunicação religiosos.
A entidade religiosa considera que deve "proteger sua própria soberania" diante do que considera uma ingerência do papa, que ordenou que a comissão investigasse a recente saída do ex-chanceler da Ordem Albrecht Freiherr von Boeselager.
Trata-se de mais um passo na guerra aberta lançada pela influente entidade conservadora, cujas origens remontam às Cruzadas, e que atualmente está presente em mais de 120 países administrando hospitais e ambulatórios, com 12.500 membros e 100.000 funcionários e voluntários.
O alemão Boeselager foi exonerado em 8 de dezembro do cargo que ocupava desde 2014 por ter tolerado a distribuição de preservativos a pessoas com risco de contrair o vírus da aids, explicou a imprensa católica.
"A substituição do chanceler é um ato administrativo interno da Soberana Ordem de Malta e faz parte de sua jurisdição", recordou a instituição em um comunicado.
Apesar de a entidade ser considerada como um Estado e contar com seu próprio passaporte e corpo diplomático, para a Santa Sé continua sendo vista como uma organização religiosa que deve obediência e respeito ao papa.
A recusa de Von Boeselager de apresentar sua demissão quando solicitada pelos seus superiores, entre eles o cardeal ultraconservador americano Raymond Burke - um dos adversários internos de Francisco -, é uma das origens da controvérsia.
Burke, considerado um grande crítico do papa argentino, foi afastado do Vaticano ao ser nomeado representante do papa na Ordem de Malta e, desde então, lidera a batalha contra o pontificado de Francisco.
O cardeal faz parte do grupo que pediu a Francisco que corrija seus "erros doutrinários", pedido ignorado até agora pelo pontífice.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

CONSEQUÊNCIAS DO PAPA FRANCISCO: TEXTO DO ALCORÃO NEGANDO DIVINDADE DE CRISTO É LIDO EM CULTO DE IGREJA


leitura de trechos do Alcorão durante missas e cultos parece ser uma tendência na Europa, onde há registros de diversos acontecimentos do tipo nos últimos meses. Agora foi a vez da Catedral Episcopal de Glasgow, na Escócia. O fato, ocorrido dia 6 de janeiro, tomou grande proporção pois se trata da igreja “oficial” do país.

O responsável pela catedral, pastor Kelvin Holdsworth, decidiu incluir na liturgia do culto a leitura de um trecho do Alcorão. A cerimônia é alusiva à epifania, que na tradição cristã também é chamada de “Dia de Reis”. O nome é uma alusão ao texto de Mateus 2, onde os reis magos servem como símbolo do reconhecimento do mundo pagão de que Cristo é o salvador de toda a humanidade.

Na tentativa de mostrar tolerância e aceitação, a catedral convidou Madinah Javed, uma estudante muçulmana, para fazer uma leitura do Alcorão sobre Jesus. Uma vez que os presentes não entendem árabe, o ato foi inclusive elogiado posteriormente.

A página oficial da igreja no Facebook, descreveu o culto como um “evento maravilhoso” e reproduziu um vídeo da leitura. O texto explica que “a congregação que estava presente foi lembrada que não são apenas os cristãos que reconhecem a Jesus”.


Contudo, estudiosos alertam para o fato que a declaração da Surata 19 do Alcorão, que fala sobre Jesus diz “Este é Jesus, filho de Maria; é a pura verdade, da qual duvidam. É inadmissível que Deus tenha tido um filho. Glorificado seja! Quando decide uma coisa, basta-lhe dizer: Seja!, e é… Quão ouvintes e quão videntes serão, no dia em que comparecerem ante Nós! Porém, os iníquos estão, hoje, em um evidente erro”.

A negação explícita de Jesus como Filho de Deus durante o culto que deveria celebrar justamente o contrário teve grande repercussão no Reino Unido. Afinal, trata-se da negação de uma doutrina chave do cristianismo.

Falando à BBC, o pastor Holdsworth justifica que o objetivo era “promover o entendimento entre as duas fés”. Destacou ainda que, além de Javed, havia vários outros muçulmanos presentes. Eles eram convidados “de honra”.

O líder da catedral deixou claro que essa não foi a primeira vez que foram lidos trechos do Alcorão e que isso voltaria a acontecer como parte dos seus esforços de unir as diferentes comunidades que vivem na cidade. Ao ser questionado se sabia o que dizia a Surata 19, ele preferiu não responder.

Devido às críticas, o post e o vídeo foram apagados da página da Catedral.

Procurada pela imprensa, Madinah Javed não quis comentar sua participação no culto episcopal.

O ocorrido divide opiniões. Muitos dos presentes aplaudiram a iniciativa, defendendo que é preciso reconhecer que os muçulmanos fazem parte da população escocesa. Michael Nazir-Ali, um líder evangélico conhecido na Grã-Bretanha, condenou a leitura.

Ele pediu que a liderança nacional da Igreja Anglicana Episcopal “repudiassem” o fato e que seu principal líder, o Arcebispo de Canterbury Justin Welby reafirmasse publicamente que a Comunhão Anglicana não reconhece o Alcorão como revelação de Deus, uma vez que nega os ensinamentos da Bíblia.

Até o momento, não houve pronunciamento oficial de Welby sobre o evento em Glasgow. Com informações Christian Today