Papa Francisco, Falso Profeta?

É difícil encontrar quem não goste do Papa Francisco. Ele é bonachão, gente boa, humilde, amigo dos pobres, não gosta de riquezas e opulências, não implica com os homossexuais e nem com os abortistas. Dizem até que ele vai andar de fusca, e como se pode ver na foto acima, gosta de coisas simples. Maravilha, não é mesmo?

E se eu lhe disser que o Papa Francisco veio para destruir a igreja católica e blasfemar contra Cristo, você acreditaria? É verdade, e é como católico que eu lhe digo isso.

Francisco é o representante da maçonaria infiltrada na igreja, que finalmente conseguiu eleger o seu papa. É duro dizer, mas o demônio chegou ao papado. Ele é a besta do Apocalipse 13-11 ”que se veste como um cordeiro (símbolo de Cristo), mas fala como um dragão” (blasfema contra Deus).

Você lembra o que Paulo VI disse? “A fumaça de satanás de infiltrou na igreja”. E agora chegou ao seu vértice.

João Paulo I foi assassinado com apenas trinta dias de pontificado, lembra? Tentaram matar João Paulo II logo no início de seu pontificado com um tiro à queima roupa, lembra? E Bento XVI, coitado, foi tão perseguido que acabou tendo que renunciar, como se fosse um incompetente. Escândalos e mais escândalos estouraram em seu pontificado. Até seus documentos pessoais foram roubados, para poder chantageá-lo.

E agora com Francisco não existem mais escândalos sexuais nem financeiros. A mídia, controlada pela maçonaria o está endeusando, fazendo dele um ídolo, um líder inovador, um mito. Reis, rainhas e governantes têm vindo beijar o seu anel, em reverência a “sua santidade”. Que mudança brusca, não é mesmo?

Mas o que deseja Francisco? É simples: a luta entre Deus e o diabo continua. Como o diabo sabe que nada pode contra Deus, passar um tempinho sentado na cadeira de Pedro já está bom, pois de lá ele pode “abrir a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar o seu nome, o seu tabernáculo e os habitantes do céu” (Apoc. 13-6).

Outra missão de Francisco é facilitar o surgimento do anticristo, pois ele trabalha segundo as ordens deste, pois está sob sua vigilância, como vemos em Apocalipse 13-12. Foi primeiro preciso “ferir o pastor” (Zacarias 13,7), ou seja tirar Bento XVI, para que as ovelhas fossem dispersas (os fies). A partir de agora haverá uma grande confusão e divisão dentro da igreja católica e no mundo todo, e no meio desta confusão surge o anticristo apoiado por Francisco, que aliás já declarou que o microchip (marca da besta) é benéfico para a humanidade, não existindo na Bíblia nada que impeça o seu uso (será que Francisco já leu o Apocalipse alguma vez?)

Outra missão suja de Francisco: promover o aborto e o homossexualismo no mundo. Estes dois pecados são abominações e dão poder à satanás. É por isso que tem dinheiro à vontade para promover parada gay no mundo todo e para praticar o aborto. No Brasil o próprio governo paga o médico para a mulher que queira abortar. Recentemente Francisco afirmou que os católicos são “obcecados” com o aborto e o homossexualismo. Sublimarmente ele disse: “esqueçam aborto e homossexualismo”. Aliás, quando esteve no Brasil Francisco não fez nada para evitar o aborto, cuja lei já estava pronta, e que agora foi assinada por Dilma.

Francisco está usando mensagens sublimares, para blasfemar contra a igreja, para ser mais claro, para avacalhar mesmo com ela.

Quando perguntado pela repórter o que achava do lobby gay dentro do vaticano, Francisco respondeu: “ser gay não tem problema”. E deu uma grande pausa. E depois continuou: “o problema é o lobby gay”.

A mensagem sublimarmente passada: o homossexualismo está liberado. Resultado: explosão do homossexualismo no mundo, tendo sido Francisco eleito o “homem do ano”, pela maior revista gay dos estados unidos. Eu já vi, na missa, vários casais gays se acariciando como se fosse a coisa mais normal do mundo. E ninguém pode falar nada, pois Francisco liberou, mesmo que sublimarmente.

Mas o pior de tudo é que Francisco está atentando contra o sacrifício de Cristo na Cruz. A blasfêmia maior de todas é a de negar o culto devido só a Deus para dá-lo às criaturas e ao próprio satanás.

Cristo derramou seu sangue na cruz para nos salvar. Foi para pagar o pecado de Adão e nos reconduzir ao Pai que Cristo se sacrificou por nós.

Agora, Francisco está anulando o sacrifício de Cristo. Recentemente ele disse: “não é preciso converter ninguém. Ajude o pobre e vá embora”.

Esta afirmação pode parecer bonita e caridosa, porém, ela elimina o sacrifício de Cristo.

Ajudar o pobre, o menor abandonado, o doente, a viúva desamparada e todos aqueles que precisam, é uma conseqüência do amor à Deus. Se amo à Deus, também amo ao meu próximo, e consequentemente o ajudo naquilo que ele precisa. Enquanto esteve na terra, Cristo ajudou intensamente os necessitados. Ajudar ao próximo é uma excelente atitude, que vai ajudar no nosso julgamento diante do Pai, pois “seremos julgados pelas nossas obras” (Rom 2-6).

Mas veja bem, o que salva não é a caridade. Jesus quando enviou os doze apóstolos disse: “Ide ao mundo e pregai o evangelho à toda criatura da terra. Aquele que crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16-16).

Cuidado, você pode passar a vida toda fazendo caridade e ir para o inferno.

E é isso que o papa Francisco quer, lhe levar para o inferno. Ele quer tirar Cristo do centro e colocar os pobres, mas pobre não salva ninguém, quem salva é Cristo.

Outra armação pesada de Francisco: “todas as religiões levam a Deus”. Parece bonito não é mesmo? Assim sendo, você pode ir na macumba, que lá você irá encontrar a Deus também.

Mas pense nisto: só Cristo morreu na cruz, logo, o caminho para o céu, é somente através dele. Você já viu algum Buda crucificado? Maomé foi pra cruz? E Alan Kardec, passou por lá? Veja o que disse o próprio Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida;ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14,6).

Repetindo o que disse Jesus:” Ninguém vem ao pai senão por mim”.

Cuidado: quando Francisco anunciar a criação da igreja ecumênica mundial, unindo todas as religiões, não caia na lábia dele. O que ele quer é lhe afastar de Cristo e levá-lo à Satanás.

Aqui novamente Francisco está querendo lhe levar para o inferno. Siga um caminho diferente ao de Cristo e você vai ver onde vai parar.

Aliás, recentemente Francisco disse que o inferno não existe mais. O que ele quer, é que você não creia mais na existência do inferno, para lhe mandar para lá.

“Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo". Sabe quem disse isto? Parece coisa de fanático, não é mesmo? Mas esta afirmação é de Maria, mãe de Jesus e nossa, em La salette, França em 1846, aparição reconhecida pela igreja. Veja a mensagem completa (http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/366/Os-Segredos-de-La-Salette), você vai se surpreender.

Na verdade, a partir de La Salette, Maria antecipou o que iria acontecer no mundo. Em Fátima, Portugal, em 1917, Maria disse que o demônio se infiltraria até o vértice na igreja, além de ter previsto o fim da primeira guerra, a expansão do comunismo e o início da segunda guerra. Acredita-se que o fato do demônio ter chegado ao papado, faça parte do terceiro segredo de Fátima, que na verdade não foi divulgado.

Em Akita, Japão em 1973 Nossa Senhora disse: "O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor".

Eu já vi dois padres, em uma emissora católica, em rede nacional, incentivar o casamento civil gay, e ainda citam as encíclicas do papa Francisco para justificar tal abominação. O que os padres não dizem, é que os afeminados vão para o inferno, pois “não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus” (1Cor 6, 9-10), e também Apoc 21.8: Os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros, os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte. Se você ler as mensagens marianas como La Salette, Akita, Fátima, Lourdes e outras, vai se surpreender com o que Maria tem dito. O problema é que Deus e sua mãe foram esquecidos por esta geração.

Assim sendo, o aviso foi dado. Muita coisa ainda vai acontecer daqui para frente. Fique atento pois Cristo realmente está voltando para instalar seu definitivo reino de amor. Não fique de fora.

Movimento de Resistência Católica Viva Bento XVI

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

MENSAGEM DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO À SUA AMADA FILHA LUZ DE MARIA

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Meu Povo Amado:
NA UNIDADE DA NOSSA VONTADE, APELO-VOS A PREPARARDES-VOS PARA O DIA QUE O MEU POVO DEDICOU À CELEBRAÇÃO DA MINHA MISERICÓRDIA.
O que tem o Meu Povo para celebrar?
O triunfo da Vida sobre a morte...
O triunfo da Obediência sobre a desobediência...
O triunfo do Amor sobre o desamor...
O triunfo da Piedade sobre a impiedade...
A Humanidade não vive no triunfo, não vive na vitória da Luz sobre as trevas, mas continua sim a viver no vale da morte.
EU VIM PARA SALVAR-VOS E NÃO ME AFASTEI DO MEU POVO, permaneço para salvar-vos e envio-vos continuamente o Auxílio necessário para que vençais o mal. Tal não acontece nesta geração face ao desconhecimento do Meu Amor e à entrega sem limites desta geração ao mal.
OLHO PARA A TERRA E SÃO TANTAS AS CRIATURAS HUMANAS QUE VIVEM NUMA CONSTANTE TRISTEZA FACE À VIDA, QUE AS IMPEDE ATÉ DE PENSAREM OU DESEJAREM AFASTAREM-SE DESSE ESTADO, QUE CHEGA A SER DEPRESSIVO.
E a tristeza surge facilmente no homem e é difícil de erradicá-la, sabeis porquê? Porque a tristeza nalguns casos dissimula um aspecto da ira. A tristeza surge por alguma razão e, muitas vezes, desvia a vossa atenção do nascimento da ira provocada pelo que não compreendeis, pelo que não superais, pelo que não conseguistes realizar, pelo que vos desagrada ou não partilhais, além do sentimento de tristeza face à injustiça, à agressão, ao assassínio de inocentes e outros...
Dentro de uma atitude de tristeza pode encontrar-se um estado de ira passiva se não se viver na Minha Vontade, passiva, quando confrontado com a morte de um ente querido, quando a doença chega e não se encontra nenhuma explicação porque não há nenhuma. No fundo do ser existe um estado de ira passiva quando não se vive a tristeza submerso na Minha Vontade, a qual não contém nenhum vestígio de ira.
Assim, o homem passou de um estado de ira passiva para um estado de ira ativa. Neste momento tudo o que acontece à volta do homem leva-o a cair em estados de ira e estes são tão frequentes que o homem não tem a menor noção dos constantes estados de ira, já que mantém uma prática crescente que desencadeia contra os seus irmãos.
Meu Povo amado, tendes de erradicar o viverdes num estado de tristeza constante, com esta o inimigo da alma introduz não apenas a ira, mas também a ansiedade, o desespero e tudo o que vos leva a cairdes para que não tomeis consciência da situação de impasse em que vos encontrais e não vos aproximeis de Mim.
VÓS RECEBEIS DO IRMÃO, A REAÇÃO DAS VOSSAS AÇÕES. Cada um de vós gera luz ou trevas, cada um projeta perante os irmãos o que deseja que os irmão vejam, é assim que o homem vive na irrealidade, quando não projeta a verdadeira vida aos seus irmãos, mas projeta sim uma máscara do que é na realidade.
É com esta falta de Verdade que o inimigo da alma introduziu com grande facilidade e astúcia na sociedade de hoje a competição, o desrespeito, a intriga, a incredulidade e é por isso que os Meus filhos não confiam nos seus irmãos, Meus filhos. Essa falta de confiança o demônio semeou-a com muito cuidado para que o homem desconfie de tudo: dos seus irmãos, da sua família, do seu trabalho, do seu bem-estar, da Minha Palavra, do Meu Amor e, por conseguinte, face a tanta desconfiança, negar-se-á a si próprio a Salvação.
O Meu Povo não é alheio à realidade em que se move neste momento. ALGUNS NÃO DESEJAM ACEDER AO ENTENDIMENTO DOS ACONTECIMENTOS QUE LHES SÃO PRÓXIMOS POR MEDO DE ENFRENTAREM A VERDADE. TAL, FILHOS, NÃO É BOM, NÃO VOS DEVEIS RECUSAR A VERDES A REALIDADE. Os sentidos dizem-vos que o ambiente externo não está bem, mas o eu humano diz: não quero saber do que está a acontecer na Humanidade. Esta negação limita os Meus filhos, porque aquele que vive em negação limita-se a si próprio no tempo e no espaço.
Os Meus filhos que permanecem atentos aos Meus Apelos, mantêm-se atentos ao que os rodeia e preparam-se devidamente, especialmente no espírito.
CADA UM DE VÓS, MEUS FILHOS, FAZ PARTE DA HISTÓRIA DA SALVAÇÃO:
NA MEDIDA EM QUE SEJAIS BEM, GERAIS BEM; NA MEDIDA EM QUE SEJAIS MAL, GERAIS MAL.
O Meu Apelo à conversão é urgente, Meus filhos. Não vos esqueçais que tendes sentidos do corpo, mas vós não sois apenas carne, mas sois também alma e espírito, pelo que possuis sentidos espirituais e deveis fazer uso destes para que os sentidos do corpo sejam diferentes e se unam Comigo e queiram fazer o bem.
Meu Povo, não continueis a viver por vós próprios, como gostaríeis que fosse tudo, porque isso seria uma mentira e o viverdes na mentira será privardes-vos da oportunidade que vos ofereço de alcançardes a verdadeira vida e vida em abundância.
APELEI-VOS A VIVERDES À MINHA MANEIRA e quantos se recusam por desconfiança?
MANTENDES-VOS NUM IMPEDIMENTO CONSTANTE AO NÃO VIVERDES NA MINHA VONTADE. O homem é corruptível e um grande veneno dessa corruptibilidade é aquele que vive constantemente a tentar encontrar respostas espirituais dentro de um homem que não é espiritual, dentro de um homem que Me oferece orações sem que estas levem impregnado o amor, a entrega, a obediência, a humildade, a fé e a esperança.
MEUS FILHOS, ABENÇOO-VOS POR CADA ORAÇÃO QUE ME OFERECEIS, NÃO PASSAM DESPERCEBIDAS. Esta geração deve redobrar os esforços para que supereis o que tendes de enfrentar e as orações devem levar todos os condimentos necessários para que estas não só cheguem à Casa Paterna mas vos levem, vós próprios, a ascenderdes.
O MEU POVO DEVE SER UM POVO QUE CAMINHA NA MINHA ESPIRITUALIDADE, EMPREENDENDO OBRAS E AÇÕES NA MINHA VONTADE, PARA QUE SEJAIS CUMPRIDORES FIRMES E DECIDIDOS DE TUDO O QUE VOS SOLICITO.
O que será dos filhos que desconfiam dos seus pais?
O que será do Povo que desconfia de Mim?
Peço-vos que caminheis pelo caminho que vos tracei e que percorri por vós de antemão... Ainda assim não obedeceis, resistis, recusais-vos e tomais as vossas próprias decisões.
DESEJO QUE ME SIGAIS EM LIBERDADE E ENCONTREIS A SATISFAÇÃO DE VIVERDES CONSTANTEMENTE DOS BENS COM QUE ME DOU AOS QUE ME SEGUEM.
Meu Povo, se conseguísseis ver o caminho que levais, teríeis medo de seguirdes por onde ides, porque teríeis medo de caminhardes na vontade humana e que esta vos leve a cairdes no mal.
Meu Povo amado:
Observai-vos por dentro em espírito e verdade antes que sejais examinados por vós próprios. O Aviso, Meus filhos, dar-vos-á a graça de examinardes-vos a vós próprios, ver-vos-eis e sentireis o peso do indevido que haveis realizado na vida e vereis e sentireis o peso do bom que haveis deixado de fazer na vida.
ESTE É O GRANDE ATO DE MISERICÓRDIA COM QUE O MEU PAI DIZ A ESTA GERAÇÃO, "VINDE CUMPRIR A MINHA VONTADE".  Nenhuma criatura humana conseguirá abster-se desse momento, os inocentes serão levados nos braços dos Meus Anjos nesses momentos, para que não sofram.
Meu Povo amado, face à ira do homem que não se compreende a si próprio, porque não impõe regras a si próprio, a Humanidade sofrerá o grande flagelo, resultado da ira e do domínio do mal no homem. Alguns não acreditam que o mal existe, lamentar-se-ão tanto quando o mal se colocar diante desses filhos que não acreditam que o homem seja capaz de servir e executar as ordens do mal.
Nas criaturas humanas que vivem afastadas de Mim, o mal infiltra-se e vai crescendo como uma árvore que é adubada a cada instante. O homem não se apercebe de quão fundo o mal se enquista para causar toda a divisão possível, toda a intriga possível, toda a suspeita possível, toda a separação possível...
A HUMANIDADE MOVE-SE, NESTE MOMENTO, VENDO-SE A SI PRÓPRIA, OS SEUS AFAZERES, OS SEUS ESTUDOS, O SEU TRABALHO, AS SUAS POSSES, OS SEUS DESEJOS, OS SEUS PROJETOS; E ISSO É BOM, CONTANTO QUE ESTES NÃO A DETENHAM NO CAMINHO ATÉ MIM, NEM A LEVEM A MANTER-ME EM ÚLTIMO LUGAR, NEM OS INTERESSES SEJAM TÃO GRANDES QUE NÃO OUÇA A MINHA VOZ.
Não vos esqueçais que na época de Noé, todos bebiam, comiam, trabalhavam e tudo o mais e escarneciam de Noé, chamavam-lhe louco, desconfiavam da cordura deste homem que preparava a forma de salvar a sua família e sofria pelos que não se salvariam. Então, quando a chuva chegou e não parava, corriam para a arca e já não podiam entrar nesta. Essa geração pereceu.
Meu Povo amado, esta geração desobediente e idólatra, permanece numa escalada de violência da qual não vai conseguir sair. O mal lidera as grandes potências já que estas lhe darão criaturas humanas para escravizar e subjugar às suas ordens.
Os tentáculos do mal escravizaram o homem mais velho e o homem mais velho entregou à juventude as criações desses tentáculos e os adultos entregaram às crianças o que a tecnologia criou por ordem dos tentáculos do mal. Esta geração move-se num círculo de vícios, todos em prol do mal.
Alguns esperam o aparecimento dos tentáculos do mal, estes já deixaram de ser tentáculos e transformaram-se em armas do mal com as quais dominou a Humanidade.
O ANTICRISTO CAMINHA ENTRE VÓS E NÃO O RECONHECEIS...
PORQUE VOS HAVEIS FAMILIARIZADO COM O MAL.  
Meu Povo Amado:
NÃO VOS MANTEREIS LONGE DA MINHA PROTEÇÃO, EU ENVIAREI O MEU ANJO DA PAZ, O MEU ENVIADO PARA QUE VOS SOCORRA E VOS AUXILIE PARA QUE RESISTAIS À TERRÍVEL AGONIA A QUE O ANTICRISTO SUBMETERÁ O MEU POVO.  
Ouvi-lo-eis e cada Palavra sua será um bálsamo para a alma dos Meus filhos.
Meu Povo amado, como no passado não ouvis os Meus Pastores fiéis que vos falam com a Verdade, não ouvis e negais os Meus profetas, negais os Meus verdadeiros instrumentos e aceitais aqueles que negam o que tendes diante dos vossos olhos. Meus pobres filhos, como vos haveis tornado cegos!
•Rezai Meus filhos, rezai pelos Estados Unidos, traz a dor ao Meu Povo. Padece devido à natureza e devido àqueles que não são seus aliados.
•Rezai, Meus filhos, rezai pela Rússia, padece devido ao terrorismo. Rezai, não toma a decisão certa.
•Rezai, Meus filhos, rezai pela Coreia do Norte. Este Povo padecerá até à exaustão.
•Rezai Meus filhos, rezai pelos Meus filhos da Venezuela, sofrerão para serem livres.
•Rezai Meus filhos, rezai pela Jamaica, a natureza purificá-la-á.
A Terra continuará a estremecer e os vulcões em erupção serão motivo de dor para os Meus filhos. Povos convulsionados erguer-se-ão impulsionados pela sua ira. A Humanidade mantém-se sob tensão e esta está a aumentar.
SEDE OS QUE PROCURAM OS MEU AMOR, SEDE FIÉIS, NÃO SIGAIS A SOCIEDADE QUE NÃO SE ENTENDE A SI PRÓPRIA. FILHOS, DEI-VOS OLHOS, NÃO CONTINUEIS CEGOS, VIVEI A VIDA INTERIOR.
Meu Povo amado, toda a dor que padeçais oferecei-a, auxiliando-vos uns aos outros, o mal flagela os Meus. Uni-vos, mantende-vos com Fé na Minha Proteção e na Proteção da Minha Mãe.
Rezai à Minha Mãe, vinde receber-Me dignamente preparados, consagrai-vos aos Nossos Sagrados Corações, retomai a oração do Santo Triságio, é bálsamo para a Nossa Trindade.
Amados filhos, o homem deve ser precavido e proteger-se.
ROGO-VOS QUE REZEIS EM TODOS OS MOMENTOS.
ABENÇOAI-VOS, ABENÇOAI O QUE CHEGUE A VÓS.
Amo-vos e abençoo-vos.
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O Vosso Jesus.
AVE MARIA PURÍSSIMA, CONCEBIDA SEM PECADO
AVE MARIA PURÍSSIMA, CONCEBIDA SEM PECADO
AVE MARIA PURÍSSIMA, CONCEBIDA SEM PECADO
Fonte:http://www.revelacionesmarianas.com/portugueis.htm
Fórum de Roma de 2017 para tratar de 'erros trágicos' que Nossa Senhora de Fátima previu

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ROME, Italy, April 25, 2017 (LifeSiteNews) –No próximo mês, líderes pró-vida e pró-família de todo o mundo se reunirão dois dias antes da Marcha de Roma para a Estratégia de como superar a crise na Igreja Católica e na comunidade internacional. Ameaças à vida e à família.
"O Fórum da Vida de Roma de 2017 chega num momento crítico na vida da Igreja: 100 anos depois das aparições de Nossa Senhora de Fátima, pedindo arrependimento e conversão e pouco mais de um ano após a publicação de Amoris Laetitia", disse John- Henry Westen, editor-chefe e co-fundador da LifeSiteNews. "O movimento pró-vida e pró-família enfrenta cada vez mais a perseguição dentro e fora da Igreja. Nossa Senhora mostrou a três crianças em Portugal um caminho claro para renovar a humanidade e salvar as almas. Devemos escutá-la à medida que a desordem reina na Igreja e no mundo."
"Os fiéis católicos não devem perder a esperança, apesar da confusão desenfreada que vem dos mais altos níveis da Igreja", continuou Westen. "O Fórum da Vida em Roma é uma oportunidade para compartilhar essa esperança e encorajar uns aos outros a permanecer fiel aos ensinamentos eternos da Igreja".
"Há cem anos atrás, Nossa Senhora avisou-nos dos trágicos erros que ameaçavam devastar o mundo", disse Maria Madise da Voz da Família e da Sociedade para a Proteção de Crianças Não-Nascidas (SPUC) à LifeSiteNews via e-mail.
Esses erros se manifestaram de várias maneiras, disse ela.
"O casamento entre um homem e uma mulher é o protetor mais forte de crianças nascidas e não nascidas", disse Madise. "A separação artificial dos fins procriativos e unitivos do casamento é a raiz da mentalidade anticoncepcional que destrói a vida através de abortivos, FIV e outras tecnologias reprodutivas. Ataques aos direitos dos pais resultam na corrupção de crianças através de anti-vida, Educação, desumanizando e desensibilizando suas mentes como adultos jovens e futuros pais ".
O Fórum de Vida de Roma "este ano focaliza na proteção dos direitos dos pais, um fundamento necessário para defender e reconstruir nossa civilização cristã", explicou Madise. "A imposição de prejudicar a educação sexual anti-vida e anti-família nas escolas, incluindo as escolas católicas, em todo o mundo está levando muitos pais a uma percepção renovada de que a defesa de seus direitos como educadores primários é necessária para criar seus filhos saudáveis  e vidas virtuosas ".
A SPUC, juntamente com a Human Life International, a LifeSiteNews, a Associazione Famiglia Domani (Itália) e a Family Life International New Zealand, é patrocinadora da conferência. O Fórum da Vida em Roma será realizada nos dias 18 e 19 de maio, seguido da Marcha pela Vida de Roma, em 20 de maio.
Os cardeais Raymond Burke e Carlo Caffarra, que assinaram a dubia pedindo ao papa Francis para a claridade moral sobre Amoris Laetitia, falarão. Assim será o bispo Athanasius Schneider, bispo auxiliar de Astana, no Cazaquistão, conhecido mundialmente pela sua defesa franca da ortodoxia católica. Schneider é um dos mais fortes críticos de vários erros teológicos que se espalharam por toda a Igreja Católica, especialmente na esteira de Amoris Laetitia.
O duque Paul Von Oldenburg da Federação Pro Europa Cristiana e o professor italiano Roberto de Mattei da Fundação Lepanto também falarão.
"A tentativa de impor os chamados programas de" educação sexual abrangente "através das Nações Unidas e outras instituições internacionais promove, por sua própria natureza, praticamente todos os outros ataques contra a vida e a família, como a contracepção, o aborto, a ideologia de gênero, as tecnologias reprodutivas , E homossexualidade ", continuou Madise. "Tristemente, nós também somos confrontados com a linguagem, tanto direta quanto ambígua, dos departamentos do Vaticano que nos causa grave preocupação, principalmente a liberação do Vaticano do seu programa de educação sexual" The Meeting Point "e as declarações feitas pelos representantes do Vaticano sobre o Desenvolvimento Sustentável (SDGs) ".
"O Ponto de Encontro" é um programa de educação sexual que o Conselho Pontifício para a Família lançou na Jornada Mundial da Juventude em 2016. Não mencionou o pecado sexual, embora continha imagens sexualmente explícitas. Também deixou de lado os pais, que a Igreja Católica ensina a serem os educadores primários de seus filhos sobre a sexualidade.
O Fórum da Vida de Roma aborda a conectividade de várias questões bioéticas e morais, equipando de forma única os presentes para derrotar toda a cultura da morte.
"Não há mais tempo necessário do que agora para os líderes pró-vida que amam o ensinamento de Cristo sobre o casamento, a vida e a família para se reunir na capital da cristandade, mostrar seu apoio uns aos outros e forjar relações que irão levar adiante Seu trabalho em uma escala global ", disse Madise.

Fonte> https://www.lifesitenews.com/news/2017-rome-life-forum-to-address-tragic-errors-our-lady-of-fatima-predicted
Depois dos quatro cardeais, falam seis leigos. Talvez ao menos o Papa Francisco os escute

A primeira vítima desta deformação doutrinal é precisamente o Papa, que me atrevo a hipotetizar que é muito pouco consciente dela, vítima de uma alienação generalizada e histórica da Tradição, em amplos estratos do ensinamento teológico.

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Settimo Cielo di Sandro Magister | Tradução: Airton Vieira — 22/04/2017
Os quatro cardeais jamais estiveram sós com suas “dubia“. A prova disto é o que sucedeu em Roma no sábado 22 de abril em uma sala do Hotel Columbus, a poucos metros da praça São Pedro, onde se reuniram seis renomados eruditos leigos de outros tantos países do mundo para dar voz ao chamado que se eleva de grande parte do “povo de Deus”, para que seja lançada luz sobre a confusão suscitada por “Amoris laetitia”.
Anna M. Silvas chegou da Austrália, Claudio Pierantoni do Chile, Jürgen Liminski da Alemanha, Douglas Farrow do Canadá, Jean Paul Messina de Camarões e Thibaud Collin da França. Um após o outro no lapso de um dia, fizeram um balanço da crise que produziu na Igreja o documento do papa Francisco, a um ano de sua publicação.
Settimo Cielo oferece a seus leitores os textos íntegros das seis intervenções, nos idiomas em que foram pronunciados. Mas requer uma atenção especial o de Claudio Pierantoni, estudioso de patrologia e docente de filosofia medieval na Universidade do Chile, em Santiago, do qual mais abaixo se oferece uma síntese.
Pierantoni retoma os casos de dois Papas caídos no erro nos primeiros séculos cristãos, no plano das controvérsias trinitárias e cristológicas, um condenado “post mortem” por um concílio ecumênico e o outro induzido a corrigir-se em vida.
Mas também hoje – argumenta – há um Papa que é “vítima”, ainda que “pouco consciente”, de uma tendência herética que socava os fundamentos da fé da Igreja. E também ele está necessitado de uma correção caritativa que o reconduza ao caminho da verdade.
Pierantoni não é o único, dos seis, que tem lembrado as lições do passado, antigo e recente.
Thibaud Collin, docente de filosofia moral e política no Colégio Stanislas, de Paris, recordou como exemplo a oposição de numerosos teólogos e episcopados inteiros à encíclica “Humanae vitae”, de Paulo VI, rebaixada a puro “ideal” e com isso convertida em inoperante. E mostrou como esta deletéria “lógica” pastoral se pôs de novo no auge com “Amoris laetitia”, no que se refere ao matrimônio indissolúvel e imediatamente também a respeito das relações homossexuais.
Anna M. Silvas, australiana de rito oriental, estudiosa dos Padres da Igreja e docente na Universidade de Nova Inglaterra, sublinhou por sua parte o perigo que a Igreja Católica avance também ela pelo caminho já recorrido séculos atrás pelos protestantes e pelos ortodoxos rumo ao divórcio e as segundas núpcias: justamente agora – agregou surpreendentemente – que a Igreja copta está se orientando rumo a indissolubilidade sem exceções do matrimônio cristão.
Sobre uma resposta do papa Francisco às “dubia”, assim como também a uma eventual “correção” sua, Anna M. Silvas se mostrou cética. Propõe melhor uma “opção Bento” para a atual era pós-cristã, inspirada no monarquismo nos tempos do colapso da idade antiga, um humilde e comunitário “habitar” em Jesus e o Pai (Jo 14, 23) em confiada espera, feita de oração e trabalho, até que cesse a tempestade que hoje transtorna o mundo e a Igreja.
Seis vozes, seis leituras diferentes. Todas profundas e nutridas de “caritas in veritate”. Quem sabe se o Papa, ao menos, os escutará.
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A NECESSÁRIA COERÊNCIA DO MAGISTÉRIO COM A TRADIÇÃO.  OS EXEMPLOS DA HISTÓRIA
por Claudio Pierantoni
Nesta intervenção examinaremos primeiro e em forma breve a história de dois Papas da antiguidade, Libério e Honório, quem por diferentes motivos foram acusados de desviar-se da Tradição da Igreja, durante a longa controvérsia trinitária e cristológica que comprometeu a Igreja do século IV ao século VII.
À luz das reações do corpo eclesial frente a estes desvios doutrinais, examinaremos em seguida o debate atual que tem se desenvolvido em torno das propostas do papa Francisco na exortação apostólica “Amoris laetitia” e das cinco “dubia” propostas pelos quatro cardeais.
1. O caso de Honório
Honório I foi o único Papa formalmente condenado por heresia. Estamos nas primeiras décadas do século VII, no contexto da controvérsia sobre as duas vontades de Cristo. Honório sustentava a doutrina da única vontade de Cristo, o “monotelismo”, a qual foi declarada posteriormente em contradição com o dogma das duas naturezas, a divina e a humana, doutrina solidamente fundamentada sobre a base da revelação bíblica e solenemente sancionada no ano 451 pelo Concílio de Calcedônia.
Aqui apresentamos o texto com o qual, em 681, logo após sua morte, o sexto concílio ecumênico, o Terceiro Concílio de Constantinopla, o condenou junto com o patriarca Sérgio:
“Examinadas as cartas dogmáticas escritas por Sérgio, em seu momento patriarca desta cidade imperial,… e a carta com a que Honório respondeu a Sérgio, e constatado que não são conformes os ensinamentos apostólicos e as definições dos santos Concílios e de todos os ilustres santos Padres, que pelo contrário seguem as falsas doutrinas dos hereges, as rejeitamos e as condenamos como corruptas”.
2. O caso de Libério
Libério, pelo contrário, foi Papa em um dos momentos mais delicados da controvérsia ariana, a metade do século IV. Seu predecessor, Júlio I, havia defendido tenazmente a fé estabelecida pelo Concílio de Niceia, do ano 325, que declarou o Filho consubstancial ao Pai. Mas Constâncio, imperador do Oriente, apoiou a posição majoritária dos bispos orientais, contrários a Niceia, que segundo eles não deixava espaço para a diferença pessoal entre o Pai e o Filho. Fez raptar, depor e enviar ao exílio, na Tracia, o Papa, quem depois de quase um ano terminou por ceder.
Deste modo Libério renegou a fé de Niceia e chegou a excomungar a Atanásio, seu mais significativo defensor. Agora dócil ao imperador, Libério obteve a permissão de voltar a Roma, onde foi restabelecido como bispo. Nos meses que seguiram, todos os prelados filo-arianos que haviam feito carreira graças ao favor de Constâncio consolidaram seu poder nas principais sedes episcopais. Este é o momento no que, segundo a famosa frase de são Jerônimo, “o mundo se lamentou de ter-se convertido em ariano”. Dos mais de mil bispos que contava o cristianismo, somente três se mantiveram irredutíveis no exílio: Atanásio, de Alexandria; Hilário, de Poitiers, e Lúcifer, de Cagliari.
Mas Constâncio morreu imprevistamente, no ano 361, e subiu ao trono imperial Juliano, logo chamado o Apóstata, quem impôs o retorno do Estado romano ao paganismo, cancelou de um golpe toda a política eclesiástica de Constâncio e permitiu aos bispos exilados retornar à pátria. Livre de ameaças, o papa Libério enviou uma encíclica que declarava inválida a fórmula aprovada por ele anteriormente e exigia dos bispos da Itália a aceitação do Credo de Niceia. No ano 366, em um sínodo celebrado em Roma pouco antes de morrer, teve inclusive a alegria de obter a adesão do Credo de Niceia por parte de uma delegação de bispos orientais. Apenas morreu foi venerado como confessor da fé, mas rapidamente se interrompeu seu culto, por causa da lembrança de sua defecção.
Apesar de suas diferenças, os dois casos de Libério e de Honório têm em comum um atenuante: é o fato que os respectivos desvios doutrinais tiveram lugar quando ainda estava em curso o processo de fixação dos respectivos dogmas, o trinitário no caso de Libério e o cristólogico no caso de Honório.
3. O caso de Francisco
Pelo contrário, o desvio doutrinal que tem se verificado durante o pontificado atual tem um agravante, porque não se contrapõe a doutrinas pouco claras ou em vias de fixação, mas a doutrinas que, além de estar solidamente ancoradas na Tradição, também já foram exaustivamente debatidas nas décadas passadas e esclarecidas detalhadamente pelo magistério recente.
Com certeza, o desvio doutrinal em questão já estava presente nas décadas passadas e com ela, então, também o cisma subterrâneo que aquela significava. Mas quando se passa de um abuso a nível prático a sua justificação a nível doutrinal através de um texto do magistério pontifício como “Amoris laetitia” e através de declarações e ações positivas do mesmo pontífice, a situação muda radicalmente.
Vejamos, em quatro pontos, o progresso desta destruição do depósito da fé.
Primeiro
Se o matrimônio é indissolúvel, mas também em alguns casos se pode dar a comunhão aos divorciados “recasados”, parece evidente que esta indissolubilidade já não é considerada absoluta, mas somente uma regra geral que pode sofrer exceções.
Agora bem, isto, como explicou o cardeal Carlo Caffarra, contradiz a natureza do sacramento do matrimônio, que não é uma simples promessa, ainda que solene, feita diante de Deus, mas uma ação da graça que atua ao nível propriamente ontológico. Em consequência, quando se diz que o matrimônio é indissolúvel, não se enuncia simplesmente uma regra geral, como que se diz que o matrimônio não pode dissolver-se ontologicamente, porque nele está contido o signo e a realidade do matrimônio indissolúvel entre Deus e seu Povo, entre Cristo e sua Igreja. Este matrimônio místico é justamente a finalidade de todo o plano divino da criação e da redenção.
Segundo
O autor de “Amoris laetitia” escolheu insistir, em sua argumentação, mais sobre o lado subjetivo da ação moral. O sujeito, diz, poderia não estar em pecado mortal porque, por distintos fatores, não é consciente que sua situação é um adultério.
Mas o que em linhas gerais pode suceder sem mais, na utilização que faz disso “Amoris laetitia” conduz, ao contrário, a uma contradição evidente. Em efeito, é claro que os tão recomendados discernimento e acompanhamento das situações particulares contrastam diretamente com o suposto que o sujeito permanece, indefinidamente, inconsciente de sua situação.
Mas o autor de “Amoris laetitia”, longe de perceber tal contradição, a impulsiona até o ulterior absurdo de afirmar que um discernimento profundo pode levar o sujeito a ter a segurança que sua situação, objetivamente contraria à lei divina, é precisamente o que Deus quer dele.
Terceiro
Recorrer ao anterior argumento, por sua vez, revela uma perigosa confusão que, além da doutrina dos sacramentos, chega a menoscabar a noção mesma da lei divina, entendida como fonte da lei natural e refletida nos Dez Mandamentos: lei dada ao homem e como tal apta para regular seus comportamentos fundamentais, não limitados a circunstâncias históricas particulares, mas fundamentados em sua mesma natureza, cujo autor é precisamente Deus.
Em consequência, supor que a lei natural pode suportar exceções é uma verdadeira e autêntica contradição, é uma suposição que não compreende sua verdadeira essência e por isso a confunde com a lei positiva. A presença desta grave confusão está confirmada pelo ataque reiterado, presente em “Amoris laetitia”, contra os leguleios, os presuntos “fariseus” hipócritas e duros de coração. Em efeito, este ataque revela um mal-entendido completo da posição de Jesus a respeito da lei divina, porque sua crítica ao comportamento farisaico se funda justamente sobre uma clara distinção entre a lei positiva – os “preceitos dos homens” – aos que são tão apegados os fariseus, e os Mandamentos fundamentais, que pelo contrário são o primeiro requisito, irrenunciável, que Ele mesmo pede ao que aspira a ser seu discípulo. Sobre a base deste equívoco se compreende o verdadeiro motivo pelo qual, logo após haver insultado os fariseus, o Papa termina por alinhar-se de fato com sua mesma posição a favor do divórcio, contra a posição de Jesus.
Mas indo ainda mais a fundo, é importante observar que esta confusão desnaturaliza profundamente a essência mesma do Evangelho e seu necessário arraigo na pessoa de Cristo.
Quarto
Em efeito, segundo o Evangelho, Cristo não é simplesmente um homem bom que veio ao mundo para pregar uma mensagem de paz e justiça. Ele é antes que nada o Logos, o Verbo que existia no princípio e que se encarna na plenitude dos tempos. É significativo que Bento XVI, desde seu discurso “Pro eligendo romano pontifice”, tenha feito justamente do Logos a pedra angular de seu ensinamento, não por casualidade combatida à morte pelo subjetivismo das teorias modernas.
Outrossim, no âmbito desta filosofia subjetivista se justifica um dos postulados mais apreciados pelo papa Francisco, segundo o qual “a realidade é superior à ideia”. De fato, uma máxima como esta tem sentido somente em uma visão na qual não podem existir ideias verdadeiras, que não só reflitam fielmente a realidade, senão que possam também julgá-la e dirigi-la. Tomado em sua totalidade, o Evangelho supõe esta estrutura metafísica e gnoseológica, na que a verdade é em primeiro lugar adequação das coisas ao intelecto, e o intelecto é em primeiro lugar o divino, justamente o Verbo divino.
Nesta atmosfera se compreende como é possível que o diretor de “La Civiltà Cattolica” afirme que é a pastoral, a praxe, a que deve guiar a doutrina e não ao contrário, e que em teologia “dois mais dois podem ser cinco”. Se explica por que uma senhora luterana pode receber a comunhão junto ao esposo católico: de fato, a praxe, a ação, é a da Ceia do Senhor que eles têm em comum, enquanto que aquilo no que diferem são somente “as interpretações, as explicações”, em síntese, simples conceitos. Mas se explica também como, segundo o superior geral da Companhia de Jesus, o Verbo encarnado não estaria em condições de pôr-se em contato com suas criaturas através do meio elegido por ele mesmo, a Tradição apostólica: em efeito, seria necessário saber que é o que tem dito verdadeiramente Jesus, mas não podemos, diz, “desde o momento que não houve um gravador”.
Indo ainda mais a fundo, nesta atmosfera, se explica em última instância como o Papa não pode responder “sim” ou “não” às “dubia”. Se em efeito “a realidade é superior à ideia”, então o homem não tem nem sequer necessidade de pensar com o princípio de não-contradição, não tem necessidade de princípios que digam “isto sim e isto não” e nem sequer deve obedecer a uma lei natural transcendente que não se identifica com a realidade mesma. Em síntese, o homem não tem necessidade de uma doutrina, porque a realidade histórica se basta a si mesma. É o “Weltgeist”, o Espírito do Mundo.
4. Conclusão
O que salta à vista na situação atual é justamente a deformação doutrinal de fundo que, apesar de ser hábil para esquivar formulações diretamente heterodoxas, manobra contudo em forma coerente para levar adiante um ataque não só contra os dogmas particulares como a indissolubilidade do matrimônio e a objetividade da lei moral, como diretamente contra o conceito mesmo da reta doutrina e, com isso, da pessoa mesma de Cristo como Logos. A primeira vítima desta deformação doutrinal é precisamente o Papa, que me atrevo a hipotetizar que é muito pouco consciente dela, vítima de uma alienação generalizada e histórica da Tradição, em amplos estratos do ensinamento teológico.
Nesta situação, as “dubia”, estas cinco perguntas apresentadas pelos quatro cardeais, puseram o Papa em um beco sem saída. Se respondesse negando a Tradição e o magistério de seus antecessores, passaria a estar também formalmente herege, então não pode fazê-lo. Se, do contrário, respondesse em harmonia com o magistério anterior, entraria em contradição com grande parte das ações doutrinalmente relevantes levadas a cabo durante seu pontificado, por isso seria uma decisão deveras difícil. Elegeu então o silêncio, porque humanamente a situação pode parecer sem saída. Mas não obstante se estendem na Igreja a confusão e o cisma “de fato”.
À luz de tudo isto, se torna então mais que nunca necessário um ulterior ato de valentia, de verdade e de caridade, por parte dos cardeais, mas também dos bispos e ato contínuo de todos os leigos qualificados que queiram aderir. Em uma situação tão grave de perigo para a fé e de escândalo generalizado, não só é lícita como diretamente obrigatória uma correção fraterna francamente dirigida a Pedro, por seu bem e pelo de toda a Igreja.
Uma correção fraterna não é nem um ato de hostilidade, nem uma falta de respeito, nem uma desobediência. Não é outra coisa que uma declaração da verdade: “caritas in veritate”. Antes de ser Papa, o Papa é nosso irmão.
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O texto íntegro da intervenção de Claudio Pierantoni:

> La necessaria coerenza del magistero con la Tradizione. Gli esempi della storia

E o de Anna M. Silvas:

> A Year After “Amoris Laetitia”. A Timely Word

De Douglas Farrow:

> The Roots of the Present Crise

De Thibaud Collin:

> Discerner en conscience?

De Jürgen Liminski:

> “Co-créé avec l’Homme”. Pourquoi l’indissolubilité du mariage est une bonne chose pour la société

De Jean Paul Messina:

> Lecture d’”Amoris Laetitia” pour l’Afrique et les Églises d’Afrique


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Fonte: http://magister.blogautore.espresso.repubblica.it/2017/04/22/despues-de-los-quatro-cardeais-falan-seis-leigos-quizas-al-menos-el-papa-los-escute/

Via:http://www.sensusfidei.com.br/2017/04/24/depois-dos-quatro-cardeais-falam-seis-leigos-talvez-ao-menos-o-papa-os-escute/#.WP6IDdy1vDd
Cardeal Sarah: Igreja está enfrentando "grave risco" de cisma sobre a moralidade


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NEW YORK, April 24, 2017 (LifeSiteNews) - O cardeal Robert Sarah advertiu que a unidade da Igreja está sendo ameaçada por líderes influentes dentro da Igreja que "insistem" em que as igrejas nacionais têm a "capacidade de decidir por si mesmas" sobre questões doutrinais e morais .

"Sem uma fé comum, a Igreja é ameaçada pela confusão e então, progressivamente, ela pode deslizar para a dispersão e o cisma", disse ele.

"Hoje existe um grave risco de fragmentação da Igreja, de desagregação do Corpo Místico de Cristo, insistindo na identidade nacional das Igrejas e, portanto, na capacidade de decidir por si mesmas, sobretudo no domínio tão crucial de Doutrina e moral ", acrescentou.

Os católicos professam todos os domingos no Credo Niceno que a Igreja é "uma, santa, católica e apostólica". Estas são muitas vezes chamadas as quatro "marcas" da única Igreja verdadeira.

Sarah, que vem da Guiné, fez os comentários quando perguntada em uma entrevista de 18 de abril com a organização de caridade Aid to the Church in Need sobre a relação entre a "Igreja Africana" ea "Igreja Universal".

O Cardeal, Prefeito da Congregação para o Culto Divino, disse que, estritamente falando, não existe tal realidade como a "Igreja Africana".

"A Igreja Universal não é uma espécie de federação de igrejas locais", disse. "A Igreja Universal é simbolizada e representada pela Igreja de Roma, com o Papa à sua frente, o sucessor de São Pedro e o chefe da Igreja Apostólica Portanto, é ela que deu à luz todas as igrejas locais e ela que as sustenta na unidade da fé e do amor ".

Os comentários de Sarah serão vistos por alguns como opostos a um empurrão pelo Papa Francisco para conferências episcopais em países individuais mais poder, até para resolver disputas doutrinárias e morais.

Em sua Exortação 2013 Evangelii Gaudium, o Papa Francisco pediu uma "conversão do papado" que o ajudasse a "exercer" o ministério petrino. Ele criticou no mesmo documento a "centralização excessiva" do poder no cargo de Pedro, sugerindo que as conferências episcopais deveriam ser dotadas de "autoridade doutrinal genuína".

Francisco também escreveu sobre uma Igreja descentralizada em sua Exortação 2016 Amoris Laetitia. Ele escreveu: "Eu deixaria claro que nem todas as discussões sobre questões doutrinais, morais ou pastorais precisam ser resolvidas por intervenções do magistério ... Cada país ou região, além disso, pode buscar soluções mais adequadas à sua cultura e sensíveis às suas tradições Necessidades locais ".

De acordo com o Arcebispo Stanislaw Gadecki, presidente da Conferência Episcopal Polaca, o Papa disse aos bispos poloneses no ano passado que uma Igreja descentralizada seria capaz de interpretar as encíclicas papais e resolver questões controversas, como dar comunhão aos católicos civilmente divorciados e casados ​​novamente.

Na entrevista com A Ajuda à Igreja que Sofre, o Cardeal Sara disse que a Igreja crescerá em todo o mundo somente se for unida por "nossa fé comum e nossa fidelidade a Cristo e seu Evangelho, em união com o Papa".

"Como diz o Papa Bento XVI:" É claro que uma Igreja não cresce tornando-se individualizada, separando-se a nível nacional, fechando-se dentro de um contexto cultural específico, dando-se um âmbito inteiramente cultural ou nacional; Em vez disso, a Igreja precisa ter unidade de fé, unidade de doutrina, unidade de ensino moral. Ela precisa do primado do Papa, e sua missão de confirmar a fé de seus irmãos ", disse ele.

Mais tarde na entrevista, Sarah disse que a Igreja estaria "gravemente enganada" para pensar que questões de justiça social, como o combate à pobreza e ajudar os migrantes eram sua verdadeira missão.

"A Igreja está gravemente enganada quanto à natureza da crise real, se considerar que a sua missão essencial é oferecer soluções a todos os problemas políticos relacionados com a justiça, a paz, a pobreza, a acolhida dos migrantes, etc., negligenciando a evangelização". ele disse.

O Cardeal disse que, embora a Igreja "não possa se desvincular dos problemas humanos", ela acabará por "falhar em sua missão" se ela esquecer seu verdadeiro propósito. Sarah citou então Yahya Pallavicini, um italiano e ex-católico que se converteu ao islamismo, para mostrar o seu ponto de vista: "Se a Igreja, com a obsessão que tem hoje com os valores da justiça, dos direitos sociais e da luta contra a pobreza, Resulta esquecendo-se de sua alma contemplativa, falhará em sua missão e será abandonada por muitos de seus fiéis, pelo fato de não reconhecerem mais o que constitui sua missão específica ".

Fonte: https://www.lifesitenews.com/news/card.-sarah-a-decentralized-church-would-face-confusion-then-dispersion-the

domingo, 23 de abril de 2017

CONCÍLIO VATICANO II: QUANTA CONFUSÃO E AMARGURA!


Favoreceu, desde o Concilio Vaticano II adiante, adentrar na Igreja sempre em ascensão, ambiguidades e confusão, a começar de ele mesmo não ter condenado o material-ateísta comunismo, doutrina intrinsecamente perversa e alienante, para não dizer que se ela é as fezes de Satã dispersadas no mundo por Karl Marx, hoje em dia tão adotada e, pelo Pacto de Metz celebrado entre partes, estabeleceram essa péssa cláusula de não condenar o marxismo para poder receber supostos altos hierárquicos da Igreja Ortodoxa Russa!
Sucedeu porém que varios dos presentes que a Russia liberou para comparecerem a ele seriam agentes soviéticos travestidos de tal função, como se fossem cristãos ortodoxos dessa igreja cismática - por sinal capacha do Estado soviético - e em muitos pontos igual às seitas protestantes, a começar do "papa" deles que não passa de "unum inter pares", as dioceses são interindependentes e favoreceram aparecimento de muitas seitas de um cisma - imagine quanto relativismo doutrinario grassa nesse ambiente "cristão"!
Nesse caso, ajuntaram-lhes os maçons que já estava infiltrados dentro da Igreja e protestantes engrossando o caudal de relativistas presentes tomando parte do Vaticano II, colaborando para com suas opiniões nas redações de textos e daí tendo suas digitais também impressas em certos documentos facilitadores do relativismo, como o "Pacto das Catacumbas" dos esquerdistas!
Não foi sem motivos que o proprio papa Paulo VI lamentou que o Concilio não atingira o desejado e ensejara confusão e ambiguidades, lamentando que até de si de não ter bem conduzido, não fora diligente e mais rigoroso, que certos textos serviriam à confusão, culminando com "a fumaça de Satanás teria entrado por alguma fresta na Igreja" e foi exato nessa e em mais citações retratando decepção, tristeza e muita amargura!
E hoje, já tudo acima de maléfico já está bastante avolumado pelos travestidos de altos hierárquicos que comandam tantos desmandos das mais diversas categorias, não nos esquecer que Satã é o promotor-mor de todos esses desvios por meio desses seus capachos - citando varias suas obras como as S Missas profanadas em celebrações-shows com as diversas aberrações litúrgicas e, se já tanto dessacralizaram a S Missa pró descarado antropocentrismo em folhetos dominicais, que falta vir abaixo - o Calvario de Morte de Jesus virando espetáculo circense!
Outra é a profanação da S Eucaristia com a malfadada comunhão na mãos em que micro partículas caem garantidamente no chão, são pisoteadas, há desvios de hostias levadas para cultos satânicos e tantas mais aberrações, como recentemente a IURD que não passa de um terreiro espírita, pedindo que se levassem hostias para eles para receberem o verdadeiro "pão"(que o diabo amassou com as patas)... 
*“O mesmo sucederá com a Sagrada Comunhão. Mas, ai! quanto sinto ao te manifestar que haverá muitos e enormes sacrilégios públicos e também ocultos de profanação da Sagrada Eucaristia. .... Meu Filho Santíssimo ver-Se-á jogado ao chão e pisoteado por pés imundos”.
*N Senhora do B Sucesso. 
ISAC

sábado, 22 de abril de 2017

Retrato de 180 pés de altura do “Papa Francisco” olhando para baixo em Madison Square

Como predito em 6 de outubro de 2013

“A sua imagem, juntamente com a do Anticristo, adornarão com o tempo muitos locais públicos.”
  Bergoglio - Madison Square.jpg
Vários artistas norte-americanos terminaram de pintar um retrato de 180 pés de altura do “papa” Francisco na quarta-feira. O retrato gigante está atualmente com vista para Manhattan e vai continuar a fazê-lo por pelo menos mais um mês. A pintura, decoração de um arranha-céu na Rua 34, foi encomendado pela Diocese de Brooklyn.
“É uma grande bênção”, diz a artista de 41 anos de idade, que foi condenada a pintar a pintura gigante. “O rosto era a parte mais difícil, por causa do nível de detalhe. Mas para o resto necessário houve uma resistência com os cuidados para evitar a desidratação e queimaduras solares em 90 graus de calor”. Levou cerca de 80 a 100 litros de tinta para terminar o “papa” pintado.
Jorge Bergoglio estará celebrando a Missa no Madison Square em 25 de setembro. Uma cópia gigante de si mesmo vai estar olhando.[1]
Trechos do Livro da Verdade
Jesus Cristo, 6 de outubro de 2013:
“Muito em breve, serão feitas estátuas de santos, relíquias, imagens, cálices e pinturas sancionadas, do Falso Profeta, para serem colocadas nas Igrejas em toda a parte. A sua imagem, juntamente com a do Anticristo, adornarão com o tempo muitos locais públicos, Igrejas, centros políticos, assim como nos países onde os vossos parlamentos abraçarem a Igreja Católica como uma “nova luz”. Isso criará uma nova forma de falso evangelismo e, devido a isso, o apelo a uma moderna sociedade secular atrairá admiradores por todo o mundo”.
Jesus Cristo, 21 de janeiro de 2012:
“Meus filhos, deveis no entanto saber que o Falso Profeta também vos levará a acreditar que ele está a preparar-vos um lugar similar ao Paraíso. As suas mentiras vão encantar um ingênuo grupo de seguidores católicos. Ele irá apresentar um carisma externo maravilhoso e amoroso e todos os Meus filhos da Igreja Católica serão confundidos. Um sinal no seu olhar mostrará o seu orgulho e arrogância, que se esconde atrás de uma falsa humildade exterior. Assim, ele enganará os Meus filhos, que vão pensar que ele é uma alma excepcional e pura. Ele será tratado como um santo vivo. Nem por uma palavra da sua boca será interrogado”.

Cardeal Sarah: Desde o Concílio, o Centro da liturgia e da Igreja não é mais Deus nem a adoração a Ele


22.04.2017 -
Os verdadeiros adoradores de Deus não são aqueles que reformam a liturgia de acordo com suas próprias idéias e criatividade, tornando-a algo agradável para o mundo, mas sim aqueles que reformam o mundo em profundidade com o Evangelho.
n/d
Cardeal Robert Sarah – The Catholic World Report (*) | Tradução: Sensus Fidei.
Certamente, o Concílio Vaticano II desejava fomentar uma maior participação ativa do povo de Deus e fazê-la progredir dia a dia na vida cristã dos fiéis (ver Sacrosanctum Concilium, 1). Certamente, algumas boas iniciativas foram tomadas nesse sentido. No entanto, não podemos fechar os olhos ao desastre, à devastação e ao cisma que os modernos promotores de uma liturgia viva provocaram remodelando a liturgia da Igreja segundo as suas ideias. Eles esqueceram que o ato litúrgico não é apenas uma ORAÇÃO, mas também e sobretudo um MISTÉRIO em que algo é realizado para nós que não podemos compreender plenamente, mas que devemos aceitar e receber em fé, amor, obediência e adorar no silêncio. E este é o verdadeiro significado da participação ativa dos fiéis. Não se trata de uma atividade exclusivamente externa, da distribuição de papéis ou de funções na liturgia, mas sim de uma receptividade intensamente ativa: esta recepção é, em Cristo e com Cristo, a humilde oferenda de si mesmo em oração silenciosa e uma atitude totalmente contemplativa.
A grave crise da fé, não só ao nível dos fiéis cristãos, mas também e sobretudo entre muitos sacerdotes e bispos, tornaram-nos incapazes de compreender a liturgia eucarística como um sacrifício, como idêntico ao ato realizado de uma vez por todas por Jesus Cristo, fazendo presente o Sacrifício da Cruz de uma maneira não sangrenta, em toda a Igreja, através de diferentes épocas, lugares, povos e nações.
Há muitas vezes uma tendência sacrílega para reduzir a Santa Missa a uma simples refeição de convívio, a celebração de uma festa profana, A celebração da comunidade de si mesma, ou pior ainda, uma terrível diversão da angústia de uma vida que já não tem significado ou do medo de encontrar-se com Deus face a face, porque Seu olhar nos desvela e nos obriga a olhar de forma verdadeira e inflexível a feiúra da nossa vida interior. Mas a Santa Missa não é uma diversão. É o sacrifício vivo de Cristo que morreu na cruz para nos libertar do pecado e da morte, com o propósito de revelar o amor e a glória de Deus Pai.
Muitos católicos não sabem que o propósito final de cada celebração litúrgica é a glória e a adoração de Deus, a salvação e a santificação dos seres humanos, uma vez que na liturgia “Deus é perfeitamente glorificado e os homens são santificados” ( Sacrosanctum concilium, 7). A maioria dos fiéis – incluindo sacerdotes e bispos – não conhece este ensinamento do Concílio. Assim como eles não sabem que os verdadeiros adoradores de Deus não são aqueles que reformam a liturgia de acordo com suas próprias idéias e criatividade, tornando-a algo agradável para o mundo, mas, sim, aqueles que reformam o mundo em profundidade com o Evangelho, para permitir o acesso a uma liturgia que é o reflexo da liturgia que é celebrada de toda a eternidade na Jerusalém celeste. Por isso, é necessário reconhecer que a grave e profunda crise que atingiu a liturgia e a própria Igreja desde o Concílio se deve ao fato de que seu CENTRO não é mais Deus e a adoração a Ele, mas sim os homens e a sua alegada capacidade de “fazer” algo para se manterem ocupados durante as celebrações eucarísticas.
Ainda hoje, um número significativo de líderes da Igreja subestima a grave crise que atravessa a Igreja: o relativismo no ensino doutrinário, moral e disciplinar, graves abusos, a dessacralização e banalização da Sagrada Liturgia, uma visão meramente social e horizontal da Igreja missão. Muitos creem e declaram alto e longamente que o Concílio Vaticano II trouxe uma verdadeira primavera na Igreja. No entanto, um número crescente de líderes da Igreja vê esta “primavera” como uma rejeição, uma renúncia à sua herança secular, ou mesmo como um questionamento radical do seu passado e da Tradição. A Europa política é repreendida por abandonar ou negar suas raízes cristãs. Mas a primeira a ter abandonado suas raízes e passado cristãos é indiscutivelmente a Igreja Católica pós-conciliar. Fonte: The Catholic World Report

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Milhões serão conduzidos ao Fogo do Inferno pelo Falso Profeta e o Anticristo

Lembrete e considerações sobre a Mensagem de 28 Setembro de 2013 de Jesus à humanidade

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A MINHA VERDADEIRA IGREJA SERÁ ATIRADA PARA FORA DE ROMA e terá de suportar um número de anos de desolação”.
Bergoglio continua com o seu plano de desmantelar a Santa Igreja, um plano muito bem articulado e aplicado gradualmente para confundir os desavisados. Tudo vai sendo aplicado aos poucos, em gotas, para enganar as pessoas.
A Verdadeira Igreja já está no deserto, no refúgio seguro dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, e onde os fiéis rezam o Santo Rosário e as Orações da Cruzada do Livro da Verdade. A Verdadeira Igreja está bem longe do Vaticano, onde as heresias e as mentiras estão sendo disseminadas pelo Falso Profeta Bergoglio com a ajuda de seus Bispos da Maçonaria, culminando com a Grande Apostasia predita para o Fim dos Tempos.
Os fiéis também estão celebrando a Verdadeira Missa com os Sacerdotes Fiéis, a Santa Missa Tradicional de São Pio V, formando a Igreja Remanescente sob a condução de Jesus e da Mãe da Salvação.
Os católicos devem fugir das “reformas” de Bergoglio e de sua estranha nova igreja (seita satânica) que a cada dia fica irreconhecível da Tradição Apostólica e do Magistério Autêntico e Infalível da Igreja e que tem o objetivo de conduzir as almas à perdição eterna como Jesus nos alertou na Mensagem:
O PECADO NÃO SERÁ RECONHECIDO, e, para enganar os inocentes, informá-los-á de que não é difícil entrar no Meu Reino. AS CONFISSÕES, no formato atual, VÃO ACABAR.
(…) que LEVARÁ MILHÕES AO FOGO DO INFERNO, conduzidos para lá pelo FALSO PROFETA e o ANTICRISTO“.

Bergoglio e o fogo do inferno.jpg

Mensagem completa

“Minha querida e amada filha, recorda sempre aos que crêem em Mim mas que não têm nenhuma ideia de que a Minha Segunda Vinda se aproxima, que devem estar sempre atentos aos sinais profetizados no Livro do Meu Pai para o tempo que antecede o Grande Dia.
A grande apostasia é o primeiro sinal. Isso será quando a crença na Verdade – a Palavra de Deus – desaparecer e quando o pecado for glorificado em todas as partes do mundo. O sinal de que a Minha Segunda Vinda está muito perto será quando a grande apostasia amarrar a Minha Igreja na Terra a partir de dentro. Quando virdes aqueles que dizem que foram nomeados por Mim levarem a Minha Igreja na Terra a enredar-se com o mundo secular, para ganhar benefícios, vós sabereis que as mudanças já começaram. Quando virdes o Grande Sacrifício – a Minha Crucificação – a ser debatida e novos significados associados à Minha Eucaristia, sabereis que a Minha Igreja vai ser lançada para o deserto.
Por Minha Igreja, refiro os que não se desviam da Verdade e que continuam, como antes, a aceitar a Palavra de Deus. A Minha Verdadeira Igreja será atirada para fora de Roma e terá de suportar um número de anos de desolação. Ela será espezinhada pelos pagãos e sofrerá, mas, pela Minha Graça, permanecerá intacta e as almas corajosas que se recusem a abandonar-Me receberão de Mim Dons extraordinários. Assim como os abomináveis, os assim chamados “milagres”, curas e gestos de falsa humildade e amor pela humanidade serão testemunhados na aparência da Minha Igreja, também as Minhas verdadeiras intervenções miraculosas serão vistas. Eu, através dos Meus Grupos de Cruzadas de Oração, darei a conhecer, aos que escarnecem e ridicularizam delas, a presença do Espírito Santo. Muitos milagres serão concedidos aos Meus Grupos de Oração e aos que recitam as orações como uma Dádiva para ajudar os Meus amados discípulos a lidar com a perseguição religiosa.
A perseguição de que Eu falo é principalmente espiritual. Os Meus verdadeiros discípulos, e quero dizer todos os Cristãos, de todas as denominações, em toda a parte, assistirão com grande tristeza quando testemunharem o grande logro que descerá sobre a Igreja Católica. A Igreja Católica abraçará o mundo secular e irá declarar que o pecado mortal não o é mais. O pecado não será reconhecido, e, para enganar os inocentes, informá-los-á de que não é difícil entrar no Meu Reino. As Confissões, no formato atual, vão acabar. Vai ser dito às pessoas para pedirem a redenção pela sua própria maneira e, como tal, muitos não se darão ao incómodo de pedir o Meu perdão. Eles não o farão porque não aceitarão mais que o pecado é causado deliberadamente e porque, por isso, Deus perdoará a todos. Esse é o erro que está predito e que levará milhões ao fogo do Inferno, conduzidos para lá pelo falso profeta e pelo anticristo.
Em seguida todas as festas e festivais pagãos serão integrados nas Igrejas Católicas, em toda a parte. Os pagãos e aqueles que odeiam a Deus serão convidados para os altares, em frente dos tabernáculos. Essa festa será declarada como a nova forma de Comunhão – em que todos filhos de Deus se juntam para respeitar as crenças de cada um e os direitos humanos. Vós, Meus seguidores, sereis convidados a mostrar respeito por aqueles que querem destruir a Minha Presença na Eucaristia. Vós sereis acusados de ser anticristãos se não abraçardes o paganismo. É assim que todos vós sereis enganados. É assim que Eu, Jesus Cristo, serei profanado. Eles farão o mesmo nas escolas, para banirem o Cristianismo. Eles farão o mesmo nos círculos políticos, nos quais tudo o que tem a ver Comigo será exterminado. Nenhuma outra religião será alvo de tanto ódio. O Cristianismo, porque é a Verdade, será destruído.
O que vós não entendeis é que ao disponibilizar-vos para participar nesta ímpia profanação, as vossas almas serão enegrecidas e que com o tempo abandonareis a vossa própria salvação.
Traí-Me e Eu vos perdoarei. Negai-Me e Eu vos perdoarei. Mas quando Me profanardes e jurardes lealdade à besta, vós ficareis completamente afastados de Mim e achareis que é impossível aceitardes a Minha Misericórdia.
O Vosso Jesus.”
PAPA FRANCISCO: O escândalo dos nossos tempos

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Por Roberto de Mattei, Corrispondenza Romana, 19-04-2017 | Tradução: Hélio Dias Viana – FratresInUnum.com:
O mundo está cheio de escândalos, e Jesus diz: “Ai do mundo por causa dos escândalos” (Mt 18, 7). O escândalo, de acordo com a moral católica, é o comportamento daqueles que causam o pecado ou a ruína espiritual de seu próximo (Catecismo da Igreja Católica n° 2284).
Não basta abster-se de fazer aquilo que em si mesmo é pecado, mas é preciso evitar aquilo que, não sendo pecado, põe os outros em perigo de pecar; e o Dicionário de teologia moral dos cardeais Roberti e Palazzini ensina que isso é especialmente obrigatório para aqueles que têm uma posição elevada no mundo ou na Igreja (Editrice Studium, Roma 1968, p.1479).
As formas mais graves de escândalo são hoje a publicidade, a moda, a apologia que a mídia faz da imoralidade e da perversão, as leis que aprovam a violação dos mandamentos divinos, como aquelas que introduziram o aborto e as uniões civis homo e heterossexual.
A Igreja sempre considerou escândalo também o recasamento civil dos divorciados. João Paulo II, na Familiaris consortio, indica o escândalo que dão os divorciados recasados como uma das razões pelas quais eles não podem receber a Sagrada Comunhão. De fato, “se se admitissem estas pessoas à Eucaristia, os fiéis seriam induzidos em erro e confusão acerca da doutrina da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimônio” (nº. 84).
O cânon 915 do Código de Direito Canônico afirma: “Não sejam admitidos à sagrada comunhão os excomungados e os interditos, depois da aplicação ou declaração da pena, e outros que obstinadamente perseverem em pecado grave manifesto.”
Uma declaração do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos reafirmou a proibição contida nesse cânone contra aqueles que pretendem que tal regra não se aplica ao caso dos divorciados recasados. A declaração afirma: “No caso concreto da admissão dos fiéis divorciados novamente casados à Sagrada Comunhão, o escândalo, concebido qual ação que move os outros para o mal, diz respeito simultaneamente ao sacramento da Eucaristia e à indissolubilidade do matrimónio. Tal escândalo subsiste mesmo se, lamentavelmente, um tal comportamento já não despertar alguma admiração: pelo contrário, é precisamente diante da deformação das consciências, que se torna mais necessária por parte dos Pastores, uma ação tão paciente quanto firme, em tutela da santidade dos sacramentos, em defesa da moralidade cristã e pela reta formação dos fiéis” (Pontifício Conselho para os Textos legislativos, Declaração sobre a admissibilidade à Sagrada Comunhão dos divorciados recasados, 24/06/2000, em Communicationes, 32 [2000], pp. 159-162).
Após a promulgação da Exortação pós-sinodal Amoris laetitia, aquilo que sempre representou um escândalo para o Magistério da Igreja passou a ser considerado um comportamento aceitável, que merece ser acompanhado com compreensão e misericórdia. Monsenhor Pietro Maria Fragnelli, bispo de Trapani e presidente da Comissão para a família, os jovens e a vida, da Conferência Episcopal Italiana, disse em uma entrevista de 10 de Abril à agência SIR (dos bispos), dedicada ao documento do Papa Francisco, que “a recepção da exortação apostólica na diocese está crescendo, no sentido de se procurar entrar cada vez mais no espírito profundo da Amoris laetitia, que pede de nós uma nova mentalidade face ao amor em geral, vinculado à família e à vida de família”.
Para transformar a mentalidade do mundo católico, a Conferência Episcopal Italiana está empenhada numa assídua obra de promoção de conferências, seminários, cursos para noivos ou para casais em crise, mas, sobretudo, como escreve a agência dos bispos, a fim de promover “uma mudança de estilo para sintonizar a pastoral familiar ao modelo de Bergoglio”. De acordo com Mons. Fragnelli, “pode-se dizer claramente que começou uma mudança de mentalidade, tanto do episcopado, quanto das nossas dioceses, como algo que tem de ser feito, vivido e procurado em conjunto. Pode-se dizer: trabalho em andamento”.
Os “trabalhos em andamento” consistem na “deformação das consciências” denunciada há poucos anos atrás pelo Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, ou seja, adotar uma mentalidade que nega, no plano da práxis, a santidade dos sacramentos e a moralidade cristã.
Em 25 de fevereiro último, falando em um curso de formação para os párocos, o papa Bergoglio os convidou a se tornarem “próximos, com o estilo próprio do Evangelho, no encontro e no acolhimento daqueles jovens que preferem conviver sem se casar. Nos planos espiritual e moral, eles se encontram entre os pobres e os pequeninos, dos quais a Igreja, nos passos do seu Mestre e Senhor, quer ser uma mãe que não abandona, mas que se aproxima e cuida deles”.
De acordo com a agência SIR, os casais conviventes – com ou sem filhos – representam atualmente 80% daqueles que participaram, na Itália, dos cursos de preparação para o casamento em 2016. Ninguém recorda a esses conviventes que eles vivem em situação de pecado grave. A própria expressão “casais irregulares” é proibida. Em 14 de janeiro, o Osservatore Romano publicou as orientações pastorais dos dois bispos malteses, D. Charles Scicluna (arcebispo de Malta, ex-promotor de justiça da Congregação para a Doutrina da Fé), e D. Mario Grech (Gozo). “Através do processo de discernimento – dizem eles – precisamos avaliar o grau de responsabilidade moral em determinadas situações, dando a devida consideração aos condicionamentos e às circunstâncias atenuantes”. Por causa desses “condicionamentos e circunstâncias atenuantes, o Papa ensina que ‘já não é possível dizer que todos os que estão numa situação chamada ‘irregular’ vivem em estado de pecado mortal, privados da graça santificante”.
A consequência é que “se, como resultado do processo de discernimento, empreendido com ‘humildade, reserva, amor à Igreja e a seu ensinamento, na busca sincera da vontade de Deus e com o desejo de alcançar uma resposta a ela mais perfeita’ (AL 300), uma pessoa separada ou divorciada que vive uma nova relação consegue com clara e informada consciência, reconhecer e crer que ela ou ele estão em paz com Deus, ela ou ele não podem ser impedidos de participar dos sacramentos da Reconciliação ou Eucaristia”.
Um ano após a promulgação da Amoris laetitia, o “modelo Bergoglio” que vem sendo imposto é o acesso dos divorciados recasados a todos os sacramentos. A coabitação não constitui escândalo. Mas, para o Papa Francisco, o escândalo – mais ainda, o principal escândalo do nosso tempo – é a desigualdade econômica e social.
Em carta dirigida no Domingo de Páscoa ao bispo de Assis-Nocera Umbra, D. Domenico Sorrentino, o papa Bergoglio disse que os pobres são “um testemunho da escandalosa realidade de um mundo marcado pela desproporção entre o gigantesco número de pobres, amiúde privados do estritamente necessário, e a minúscula parcela de endinheirados que detêm a maior parte da riqueza e pretendem determinar os destinos da humanidade. Infelizmente, a dois mil anos do anúncio do Evangelho e após oito séculos do testemunho de Francisco, estamos diante de um fenômeno de ‘iniquidade global’ e de ‘economia que mata’.
O antagonismo moral entre o bem e o mal é substituído pela oposição sociológica entre riqueza e pobreza. A desigualdade social passa a ser um mal pior que o assassinato de milhões de nascituros e o oceano de impureza que submerge o Ocidente. Como não compartilhar o que escreveu o cardeal Gerhard L. Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, no livro-entrevista Esperança da Família: “O maior escândalo que pode dar a Igreja não é o fato de que dentro dela existam pecadores, mas que deixe de chamar pelo nome a diferença entre o bem e o mal e passe a relativá-la, que pare de explicar o que é o pecado ou finja justificá-lo em nome de uma alegada maior proximidade e misericórdia para com o pecador”


Fonte:https://fratresinunum.com/2017/04/21/o-escandalo-dos-nossos-tempos/